Kamila Farias
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Quando se fala em movimentos estudantis surge uma associação rápida aos alunos da Universidade de Brasília (UnB). Nos últimos anos, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) esteve à frente de movimentos de destaque, como o do Passe Livre, as passeatas e a invasão da Câmara Legislativa contra o esquema deflagrado pela Operação Caixa de Pandora.
Nos próximo dias 25 e 26 será a vez de eles testarem sua própria representatividade, indo às urnas escolher quem estará no comando do DCE no próximo ano. As oito chapas formadas apresentam propostas mais internas e afirmam que partidos políticos não farão parte da gestão. Porém, historicamente, dos movimentos estudantis costumam surgir novos nomes na política nacional. Dois exemplos atuais são os senadores Lindberg Farias e Randolfe Rodrigues, ambos provenientes da União Nacional dos Estudantes (UNE).
De acordo com o especialista em políticas públicas da Universidade Católica de Brasília (UCB), Emerson Masullo, existem dois lados na relação entre o movimento estudantil e a política.
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