Kamila Farias
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Nos seis primeiros meses do ano, 564 pessoas saíram da fila de espera para transplante de órgãos no Distrito Federal. E há ainda mais para comemorar, como o fato de a capital ocupar o primeiro lugar em transplantes de coração, com média de 3,9 transplantes por milhão de pessoas, enquanto a média nacional é de 0,9.
“Nesse segundo semestre, ainda vamos melhorar”, estima a coordenadora de Captação de Órgãos da Secretaria de Saúde, Daniela Salomão. No ano passado, o DF ocupava a sexta colocação, com 1,2 transplantes por milhão de pessoas.
Vista como um ato de amor, a doação de órgãos ganhou até uma ação para marcar sua importância. Hoje é o Dia Nacional do Doador de Órgãos e Tecidos, quando se chama a atenção para a importância do gesto na garantia de vida para inúmeras pessoas que precisam de um transplante.
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