Da Redação
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Apesar do Cemitério Campo da Esperança estar classificado como em “bom estado” pela Coordenadoria de Assuntos Funerários (CAF) da Secretaria de Justiça do DF (Sejus-DF), a manutenção e o cuidado dos túmulos deixam a desejar, segundo usuários. A situação se agrava nas sepulturas antigas. A reportagem do Jornal de Brasília constatou cruzes quebradas e com o ferro aparente, túmulos danificados, sujos, abertos e até mesmo um que não tinha a metade da tampa.
Os matos estão altos, lamparinas quebradas, lodo nas cruzes e até baratas dentro dos castiçais. Algumas sepulturas estão em estado crítico. Além disso, os jazigos mais antigos estão escuros e não apresentam limpeza. As lápides atuais também estão encardidas e algumas delas já não têm a placa com os dados do falecido. Para os familiares, que pagam R$ 31 por mês pela manutenção, a condição atual dos jazigos representa uma falta de respeito.
Na tarde de ontem, a servidora pública Diana Cardoso do Couto foi até o Campo da Esperança levar adubo e grama para plantar na sepultura da mãe, enterrada no dia 14 de agosto. No local, grama quase não existia. Para ela, que já pagou três taxas de manutenção, o descuido representa um descaso. “Agora em diante vou acompanhar e pagar as manutenções por fora”, relatou.
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