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Brasília

De volta à estaca zero

Arquivo Geral

06/12/2009 0h00

Hoje, completam-se cem dias do assassinato do ex-ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (STE) e advogado José Guilherme Villela, 73 anos, da mulher dele, Maria Villela, 69, e da governanta do casal Francisca Nascimento Silva, 58 anos. Mas a polícia coleciona motivos para não comemorar. A investigação volta ao seu ponto de partida, com a libertação dos três suspeitos presos por determinação judicial e com o afastamento da delegada e chefe da 1º Delegacia de Polícia (Asa Su), Martha Vargas, do caso  que iniciou há cem dias.


Um dos homens suspeitos conversou com a reportagem do Jornal de Brasília, ontem,  mas pediu para não ser identificado. João (nome fictício), 23 anos, se diz injustiçado. Preso, dia 3 de novembro passado, na casa de um irmão, no Núcleo Bandeirante, foi demitido do emprego de montador de esquadrilha metálica, onde trabalhava havia um ano e recebia o salário de R$ 900. “Estou feliz por ter sido solto. Mas, por outro lado estou com cabeça perturbada depois de passar 32 dias atrás das grades, como suspeito de um crime que não pratiquei”, garantiu.


Leia mais na edição de hoje do Jornal de Brasília.

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