Carlos Carone
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Por trás de todo o planejamento da Segurança Pública do Distrito Federal no combate ao crack esconde-se uma preocupação dividida por agentes, delegados e pelo secretário de Segurança, Daniel Lorenz. Divisões de inteligência levantaram a hipótese de as pedras que são consumidas no DF terem sido enviadas de São Paulo, por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A possibilidade foi considerada alarmante por Lorenz, já que a organização criminosa tem poder de fogo suficiente para abastecer todas as cracolândias espalhadas por São Paulo. A dúvida foi somada à informação de que os traficantes do Rio de Janeiro – outra grande cidade onde o tráfico de drogas é intenso – rejeitam a venda do crack, que reduz consideravelmente a vida do usuário, fazendo com que as quadrilhas cariocas sofram com a perda de usuários. O DF, então, teria se tornado um mercado promissor para a organização criminosa paulista.
Saiba mais na reportagem publicada na edição desta quinta-feira do Jornal de Brasília