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Brasília

CPI da Codeplan demonstra falta de rumo

Arquivo Geral

15/04/2010 6h39

A sessão ordinária da Câmara Legislativa de ontem foi tomada principalmente por pronunciamentos. Os quiosqueiros, que aguardavam a votação de uma proposta que lhes beneficiaria, foram embora sem a
aprovação do referido projeto, que ficou para hoje. Eles reivindicavam ainda a garantia da participação em uma festa que será realizada este sábado no Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. E reclamam
do excesso de burocracia que enfrentam.

A sessão ficou reservada para o pronunciamento dos distritais. A  grande expectativa era em relação ao retorno de Geraldo Naves (sem partido) à Casa, que realizou um longo pronunciamento, no qual deu sua
versão em relação aos fatos que o levaram à prisão, e descreveu os dias que passou privado da liberdade.

Raimundo Ribeiro (PSDB) se solidarizou com Paulo Roriz, que reclamou da ligação de seu nome ao do servidor preso.  “Vivemos em um momento em que as pessoas não são responsáveis pelo que dizem. Eu entendo essa
indignação de Vossa Excelência.”, disse Raimundo Ribeiro, sobre as declarações da imprensa de que “foi preso um servidor ligado a Paulo Roriz”. “Dizer que alguém é ligado a algum deputado sem explicar que  tipo de ligação é agir de má-fé e causa prejuízo a imagem de Vossa Excelência”, disse ao colega.

Raimundo destacou que quando Arruda foi preso, ele foi acusado de ser amigo dele. “Quando fui visitá-lo, tentaram colocar isso como um fato criminoso”, disse, acrescentando que “Brasília chegou ao momento em
que tudo é crime. Essa onda de denuncismo tem que acabar”, destacou.

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