Luís Augusto Gomes
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Uma auditoria interna em todos os atos praticados pelos quatro auditores fiscais da Agência de Fiscalização (Agefis), na Região Administrativa Fiscal (RAF 5), em Ceilândia, presos na última sexta-feira, será realizada pela corregedoria do órgão. As 12 pessoas que tiveram prisão temporária (cinco dias) decretada durante a Operação Acton, da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco) da Polícia Civil, ganharam a liberdade na madrugada de ontem.
Durante o cumprimento dos 13 mandado de prisão e 22 de busca e apreensão, a polícia apreendeu computadores e documentos. O material está sendo analisado. O delegado responsável pelo caso entendeu que não havia mais necessidade dos suspeitos permanecerem presos.
A auditoria pretende esclarecer o suposto envolvimento dos auditores na fiscalização de obras, no vazamento de informações de operações da Agefis a grileiros, parceladores irregulares do solo e donos de lojas de materiais de construção; que, em troca, estariam recebendo propina.
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