Francisco Dutra
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Ao custo de aproximadamente R$ 3 bilhões para os cofres públicos, a Parceria Público Privada (PPP) para a construção do novo centro administrativo do Distrito Federal deve sair do papel. Segundo a Secretaria de Governo, o projeto recebeu luz verde dos departamentos jurídico e técnico e as obras devem começar em breve. Pelo projeto, o novo complexo será erguido entre Taguatinga e Ceilândia, nas proximidades do estádio de futebol Serejão.
O Executivo defende a parceria com os argumentos de economia de gastos, melhoria da gestão pública e redução do volume de carros no centro do DF. No entanto, a população, especialistas e servidores questionam a opção pela construção da obra fora de Brasília, assim como os gastos com o projeto, considerando os graves problemas enfrentados nas áreas de saúde e educação, por exemplo.
O projeto da PPP para o novo centro administrativo corre no Governo do Distrito Federal (GDF), desde a gestão de José Roberto Arruda. O consórcio vencedor foi o Centrad, composto pela Odebrecht e a Via Engenharia. Segundo o subsecretário de Governo, Gustavo Ponce de Leon, o modelo da PPP estabelece que a iniciativa privada arcará com todo o custo do obra, que deve ser concluída dois anos após seu início.
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