Camila Costa
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Desde maio deste ano, foram realizadas no Distrito Federal 186 operações de combate a invasões de área pública e ambiental, além de parcelamento ilegal do solo e grilagem de terra, com 365 edificações derrubadas. Além disso, mais de 114 mil metros lineares de muros e cercas foram removidos de áreas irregulares. É o que aponta um levantamento feito pela Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops), a pedido do Jornal de Brasília, que revela o número de operações feitas pelo Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo desde sua criação. Mesmo assim, parte dos brasilienses ainda insiste em construir em parcelamentos não regularizados pelo governo, burlando a lei e correndo risco de ver seu investimento ir ao chão.
Ontem pela manhã, mais uma ação do Comitê removeu de áreas dos condomínios Pôr do Sol e Sol Nascente, em Ceilândia, nove edificações de lona e madeira. Ao todo, 3.240 metros lineares de cerca foram retirados dos locais. Segundo o major da Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa) responsável pela operação, Sérgio Messias, as casas derrubadas não tinham moradores e o processo de derrubada faz parte do trabalho de prevenção. “Fazemos um acompanhamento da área, junto com outros órgãos, para que estas edificações não avancem”, explica.
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