Entre a segunda e a terceira onda de covid-19 no Distrito Federal, houve grandes diferenças. Segundo o chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, durante a alta do ano passado, ao longo do surto da variante Delta, foram 16 mil casos ativos e a maior Taxa de Transmissão (Rt) ficou em 1,42.
Já neste ano, durante o surto da ômicron, os casos ativos chegaram a 57 mil e o Rt ficou em 2,61. Esse número representa um aumento de 1.994% números de casos ativos na capital.
Atualmente, 22 mil pessoas estão com o vírus ativo e o Rt está em 0,87. Vale lembrar que, acima de 1, a taxa indica que a pandemia está tendendo a avanças. Essa taxa significa que 100 pessoas infectadas infectam outras 87.
Os dados foram divulgados pelo secretário durante coletiva de imprensa para tratar sobre as restrições e fiscalizações das festas de carnaval.
Veja o relatório:
Informe_Codeplan_Covid_n06_22.02.22 by Jornal de Brasília on Scribd
Carnaval
Com a festividade cada vez mais próxima, os secretários de Segurança, Júlio Danilo, de Cultura, Bartô Rodrigues, e da DF Legal, Cristiano Mangueira, se uniram nesta terça-feira (22) para esclarecer o que pode ou não neste carnaval.
Segundo os chefes das secretarias, não serão permitidas festas em nenhum espaço, seja público ou privado. “Estão proibidos bailes, shows, blocos ou desfiles”, esclareceu o secretário Mangueira.
As fiscalizações serão reforçadas, sendo divididas em seis regiões da capital e com 10 equipes de atuação. Caso um espaço, público ou privado, seja flagrado realizando comemorações, as penalidades serão de multas de 4 a 20 mil reais.