Cristina Sena
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Após mais de quatro meses de seca, começa o período chuvoso no Distrito Federal. A preocupação com os incêndios que destruíram parte do Parque Nacional e outras áreas de preservação ambiental é substituída pela atenção maior às chamadas áreas de risco, que podem sofrer com o volume de chuva. A Defesa Civil monitora 26 pontos, a maioria em locais íngremes, carentes de infraestrutura, como áreas irregulares ou em processo de regularização e urbanização. A expectativa é que esse número aumente com a intensificação das chuvas.
Vicente Pires é a localidade com maior número de áreas de risco. São nove pontos, seis considerados como risco muito alto e três considerados de risco alto. Os problemas em potencial são erosão, desabamento, danos ambientais, disseminação de doenças causadas por lixo e entulho, enxurradas, danos ao patrimônio público, ameaça de choque elétrico e curto-circuito.
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