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Brasília

Caso 113 sul: Filha de Leonardo teria sido levada pela Polícia Civil na semana passada

Arquivo Geral

24/11/2010 7h32

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

 

A filha de Leonardo Campos Alves, 44 anos, um dos suspeitos confessos do crime da 113 Sul, se tornou uma peça importante na investigação para vincular a participação dele   e de seu sobrinho, Paulo Cardoso Santana, 23, com os assassinatos do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, 73 anos, da mulher dele, Maria Villela, 69, e da empregada Francisca da Silva, 58. Desde a semana passada, a filha de Leonardo está na companhia de policiais civis da Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida), de acordo com seus familiares.

 

Ontem, o sogro da filha do principal suspeito do crime contou à equipe de reportagem do Jornal de Brasília que não tem notícias da nora desde a sexta-feira última. “Um grupo de policiais esteve aqui na minha casa e a levou depois que minha nora pegou algumas roupas. Um dos agentes ainda disse que a gente não precisava se preocupar que ela deveria voltar até amanhã (hoje) ou quinta-feira”, contou, afirmando ainda que supõe que a filha de Leonardo pode ter sido levada para a cidade mineira de Montalvânia, onde seu pai e o primo Paulo Cardoso foram presos.

 

Os agentes da Corvida teriam levado a mulher para Minas Gerais com o objetivo de confrontar informações prestadas em depoimento por um informante que esteve preso junto com um dos filhos de Leonardo. Prestado em 20 de outubro último, na 8ª Delegacia de Polícia (SIA), a declaração do informante dá detalhes do conhecimento da mulher sobre o crime e até sobre o local onde estariam sacolas recheadas de dólares e joias, ambas roubadas da casa dos Villela.

 

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (24) do Jornal de Brasília

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