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Brasília

Campi da Ceilândia, Gama e Planaltina ganharão internet sem fio

Arquivo Geral

20/07/2009 0h00

Os campi da Universidade de Brasília em Ceilândia, buy Gama e Planaltina vão ganhar conexão de internet sem fio até o fim de agosto. O investimento, page de aproximadamente R$  80 mil, faz parte da segunda etapa do UnB Wireless, projeto de inclusão digital do Centro de Informática (CPD) e do Decanato de Assuntos Comunitários. A iniciativa, que também inclui terminais fixos para acesso à rede, já instalou o serviço na Biblioteca Central do campus Darcy Ribeiro.


“Estamos esperando a chegada dos equipamentos”, avisa o diretor do CPD, Marcelo Ladeira. De acordo com ele, os roteadores APs – antenas de rádio – têm capacidade de transmitir 100 megabytes por segundo, a mesma banda larga da conexão por cabos de rede do campus Darcy Ribeiro. “No caso da conexão wireless, a banda é dividida entre os usuários. A intenção é garantir que cada conexão alcance a dois megabytes”, explica.


Na Faculdade UnB Gama, o serviço não é novidade. “Já temos conexão wireless, os alunos inclusive já levam os seus laptops. Tomamos a iniciativa por ser uma faculdade ligada à area de Tecnologia”, explica o diretor da unidade. Alessandro Borges. “A vantagem será a ampliação do campo de conexão, que hoje é limitado em até 80 acessos por computador”, diz.


BIBLIOTECA – Desde junho, os usuários da Biblioteca Central podem utilizar a internet sem fio. Mas não em qualquer ponto do local. Os dispositivos, de tecnologia americana, foram instalados no térreo e no subsolo, ao lado direito do prédio. A região foi escolhida de forma estratégica para acesso a partir da Sala de Leitura de Referência. O serviço permite a conexão simultânea de até 120 usuários.


De acordo com Marcelo Ladeira, a meta agora é instalar internet sem fio em todos os prédios do campus até 2010. “Depois da BCE, vamos começar a expandir pelo ICC”, explica. “A conexão wireless é vantajosa para quem dispõe de laptops. Facilita a mobilidade e evita a instalação de cabos nas estruturas das salas de aula”, ressalta.


A estudante do 8º semestre de Letras-Inglês Michele Muniz, aprovou a iniciativa. “Facilita a pesquisa. Temos o laboratório digital na Biblioteca, mas lá o tempo de uso é limitado”, disse a aluna de 25 anos. “É muito bom porque temos mobilidade. E economiza tempo na busca por informações, porque às vezes você precisa pesquisar algo do livro que está disponível na internet”, elogiou Bruno Araújo Nóbrega, estudante do 5º semestre de Ciências Contábeis.

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