No próximo dia 27 de outubro, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, às 9h da manha, representantes da Sociedade Brasileira de Dermatologia saem em caminhada para esclarecer dúvidas da populaçao sobre a doença e alertar contra o estigma e preconceito contra os portadores da doença
Pele seca, com manchas avermelhadas que escamam e, em alguns casos, que sangram. Estes são alguns dos sintomas da psoríase, uma doença autoimune sistêmica e que se manifesta na pele e que pode levar o paciente a também manifestar sintomas de depressão e fobia social, por tentar esconder a doença e a aparência que causa. Afeta cerca de 125 milhões de pessoas em todo o mundo e sua causa ainda não é totalmente conhecida. Pode ocorre em pessoas de todas as idades, mas geralmente aparece entre os 15 e 30 anos – sendo que 30% dos pacientes podem desenvolver artrite psoriásica, que combina os sintomas de duas doenças autoimunes, a própria psoríase e a artrite reumatoide, ambas incapacitantes.
A psoríase não é uma doença contagiosa, mas seus pacientes tentam esconder as suas marcas. Afeta tanto homens quanto mulheres e acredita-se a hereditariedade pode exercer algum papel para seu surgimento. A doença não tem cura, mas tem tratamento e controle.
A psoríase varia de pessoa para pessoa e o tratamento depende do tipo e da extensão da doença, assim como do histórico médico. Cada forma de psoríase tem sinais que permitem que os dermatologistas visualmente identifiquem e determinem o seu tipo e o tratamento adequado.
O tratamento pode incluir medicamentos de uso local, fototerapia ou medicamentos sistêmicos, como os biológicos, recomendados nos casos mais graves da doença. Os anticorpos monoclonais totalmente humanos são um tipo de medicamento biológico que bloqueia a ação de determinadas células e processos químicos no organismo que contribuem para o desenvolvimento da doença.
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