Menu
Brasília

Brigas e consumo de drogas entre moradores de rua

Arquivo Geral

04/10/2010 7h46

Mariana Laboissière
mariana.laboissiere@jornaldebrasilia.com.br

 

Eles dormem, comem, tomam banho, trabalham, se divertem em um mesmo lugar. A rotina  é parecida com a de qualquer pessoa, se não o fato de serem eles moradores de rua. Na Asa Sul, é comum encontrar grupos espalhados nas áreas de comércio. Se há supermercados funcionando durante a noite, o ponto se torna ainda mais atrativo. Esse é exatamente o caso das quadras 308 e 309, algumas das residenciais mais nobres do Plano Piloto.

 

A convivência com moradores rompe anos de história e parece estar longe do fim. Apesar de setores organizado da sociedade e órgãos do governo promoverem, periodicamente, ações sociais e políticas com a finalidade de resolver o problema, elas, por si só, já se mostraram falhas.

 

A engenheira Márcia Paterno Jopper, 46 anos, atesta a afirmação. Ela calcula que os transtornos já durem três anos. “Desde que me mudei pra cá vejo esse grupo de moradores. Já presenciei brigas horríveis debaixo do meu bloco e, há um tempo, as drogas tomaram conta. Da minha janela dá pra ver a brasa dos cachimbos”, expõe. Márcia faz referência ao crack. Comerciantes locais também mencionam o crack quando dizem que o consumo de drogas cresceu visivelmente na região.

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (04) do Jornal de Brasília

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado