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Brasília

Brasília comemora o bicentenário de nascimento de Chopin

Arquivo Geral

19/03/2010 17h11

Para celebrar o bicentenário de Fryderyk Chopin (1810-1849), a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro sob a regência do maestro Ira Levin recebe nos dias 23 e 24 de março, os pianistas poloneses Krzysztof Jabloñski, considerado um dos grandes intérpretes de Chopin e Adam Makowicz, intérprete famoso de jazz.

 

Além dos concertos, na abertura do programa, a Embaixada da Polônia doará permanentemente o busto de Chopin, criado pelo artista polonês Boleslaw Syrewicz, ao Teatro Nacional. A obra pesa 60 kg e tem 62 cm de altura por 53 cm de largura. Também será inaugurada a exposição, “Chopiníssimo – Chopin, o Poeta do Piano”, com 32 fotografias de pinturas, desenhos, gravuras, partituras, documentos e objetos pessoais, cedidas pelo Instituto Fryderyk Chopin e Museu Chopin.

 

O concerto do dia 23 de março começa às 20h com a apresentação de Krzysztof Jabloñski, medalha de ouro do Concurso Arthur Rubinstein. Ele vai executar o ‘Concerto para piano e orquestra nº 1, Op. 11 n°1’, como solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional.  No dia 24, no mesmo horário, Jabloñski se apresentará acompanhado de Adam Makowicz, com o ”CHOPIN DUO”. A perfomance será um diálogo dos dois pianistas em versões clássicas e jazz.

 

As apresentações em Brasília integram o programa oficial do Ano Chopin, promovido pelo Comitê Chopin 2010. O objetivo é lembrar a obra do famoso compositor polonês e mostrar ao mundo a imagem da Polônia hoje. O evento conta a parceria da Embaixada da Polônia. O embaixador, Jacek Junosza Kisielewski, acredita que comemoração é mais do que merecida. “Fryderyk Chopin é motivo de grande orgulho para os poloneses. Nós o consideramos não apenas o mais importante compositor nacional, como também um dos personagens mais marcantes da milenar história da Polônia. Ele é um artista cuja obra pertence à herança cultural da humanidade”, afirmou.

 

Fryderyck Chopin nasceu na aldeia de ¯elazowa Wola, Ducado de Varsóvia, filho de mãe polonesa e pai francês-expatriado. Aclamado em sua terra natal como uma criança prodígio, aos vinte anos ele deixou a Polônia para sempre. Em Paris, fez carreira como intérprete, professor e compositor, e adotou a versão francesa dada a seus nomes, Frédéric-François. De 1837 a 1847 teve uma relação turbulenta com a escritora francesa George Sand (pseudônimo de Amantine Aurore Lucile Dupin). Sempre com a saúde frágil, morreu em Paris aos 39 anos, vítima de tuberculose.

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