Da Redação
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Há exatos dois anos, ocorreu em Brasília um dos crimes mais polêmicos da cidade, e que ainda permanece sem conclusão sobre a autoria. Semana passada, 30 documentos ainda foram juntados aos autos do caso que envolve o triplo assassinato do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, 73 anos, a mulher dele, Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos, e a empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva, 58. Eles foram mortos no apartamento 601/602 do Bloco C da 113 Sul, onde moravam, com 73 facadas. Os corpos só foram encontrados três dias depois por uma neta dos Villela.
Durante este período, houve uma queda de braço entre delegados da Polícia Civil. A disputa envolveu até mesmo o ex-diretor-geral da corporação, Pedro Cardoso, que viajou a Montalvânia (MG) para saber quem ficaria com os “louros” da prisão de envolvidos e os motivos reais, pelos quais ocorreu o crime.
Advogados e alguns delegados defendem que o caso é de assassinato por existir a suspeita de crime encomendado. Outros acreditam em roubo seguido de morte, uma vez que dinheiro e joias foram levados do casal Villela.
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