Isa Stacciarini e Vinícius Borba
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Um simples passeio pode colocar vidas em risco se o animal de estimação for transportado dentro do carro sem os devidos cuidados e os equipamentos de segurança. A movimentação do animal pode chamar a atenção do condutor ou atrapalhá-lo e provocar acidentes de trânsito. Foi o que aconteceu na manhã de terça-feira. Uma menina de nove anos foi atropelada quando o motorista perdeu o controle do carro. Ele se distraiu com o cachorro, que estava solto no banco de trás e pulou em seu colo.
Para evitar situações de risco, o gerente de Fiscalização do Departamento de Trânsito (Detran), Marcelo Madeira, explica que existem métodos seguros para transportar animais de estimação no veículo. “Uma opção é usar o cinto de segurança próprio para cachorro. Ele é preso no peitoral do animal e ao cinto de segurança convencional.”
Segundo Madeira, para que o animal fique seguro, é necessário que o cinto esteja justo, sem causar desconforto. “Assim como o cinto normal, se ele tiver folga perde a função. O objeto deve ser adequado ao tamanho do cachorro, pois dessa forma ele pode se mexer sem sair do local”, afirma. Ele explica que há outras alternativas de segurança para o transporte de animais no veículo. “Existem pelo menos cinco modelos diferentes de contenção. Uma opção para gatos é a gaiola.”
Para Maria do Carmo Lancini Belo, proprietária de um pet shop na Asa Norte, o cinto de segurança é um método prático e econômico e, por isso, tem muita saída. “O cachorro tem certa mobilidade, mas não consegue sair do lugar”, destaca.
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