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Brasília

Agnelo visita Hospital Regional do Gama e afirma que estado é de calamidade

Arquivo Geral

04/01/2011 15h35

“A situação no Hospital Regional do Gama (HRG) não é uma situação de emergência, mas de calamidade pública”, afirmou o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, após visita ao primeiro hospital da rede, nesta terça-feira (4), após tomar posse no Executivo. De acordo com o governador, que começou a medicar no local, a estado em que se encontra o hospital não permite nem atendimentos dignos aos pacientes nem condições de trabalho para os profissionais de Saúde. Até julho, cinco áreas do HRG que estão em condições mais críticas serão reformadas ou terão suas obras concluídas e, em até dois anos, ele pretende entregar um novo hospital para a região.

O HRG tem obras paradas desde 2009. Durante uma visita de quase três horas na manhã de ontem, o governador encontrou situações extremamente críticas, como goteiras no centro cirúrgico e falta de medicamentos básicos para internação e cirurgias. Agnelo estava acompanhado da cúpula do governo, formada pelo vice-governador Tadeu Filippelli, o presidente da Câmara Legislativa do DF, Cabo Patrício, e os secretários de Saúde, Rafael Barbosa, e de Obras, Luiz Carlos Pitiman.

“Toda a rede está sucateada mas o HRG, em especial, está em situação totalmente crítica, de calamidade mesmo. A comunidade merece e terá um novo hospital. Mas enquanto isso, para garantir o atendimento digno, teremos obras emergenciais”, revelou o governador. São cinco alas do hospital que receberão medidas emergênciais, quatro delas com obras já iniciadas. As primeiras a serem entregue serão o centro cirurgico e o laboratório, em até 60 dias. Em março, Agnelo quer entregar o pronto-socorro infantil e, em julho, 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo dez deles infantis. O centro obstétrico, que também faz parte da lista de prioridades, já está pronto mas deve ser reformado para atender as exigências do Ministério da Saúde para centros de atendimento humanizado.

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (5) do Jornal de Brasília

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