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Brasília

Agnelo Queiroz visita paciente após mutirão

Arquivo Geral

01/04/2011 17h20

 

O governador Agnelo Queiroz visitou na noite de ontem (31/03), no Hospital de Santa Maria, uma das 61 pacientes beneficiadas pelo mutirão de cirurgias de reconstrução da mama, ocorrido no dia 30. Em apenas 12 horas, o mutirão de 120 cirurgiões realizou quase o mesmo número de cirurgias plásticas reparadoras do que o total do ano passado. Em 2010, setenta mulheres foram operadas. O governador estava acompanhado do secretário de Saúde, Rafael Barbosa, do diretor administrativo Severino Moreira Dantas, do diretor clínico Vicente de Paulo Assis Silva e do interventor José Airamir Padilha de Castro.

 

“Esse mutirão com 61 cirurgias de reconstituição de mama em um único dia nos permitiu atender mulheres que estavam mastectomizadas há muito tempo. Algumas há três anos, outras há cinco. Houve quem esperasse até mais tempo. Agora, ao reconstituir, a mulher fica com a autoestima muito elevada, ajuda o tratamento e melhora toda a condição de vida da paciente”, explicou o governador Agnelo Queiroz.

 

O Mutirão de Reconstrução Mamária foi realizado com o objetivo de mudar a vida de mulheres que passaram por mastectomia – retiradas do seio – devido ao câncer de mama.

 

“A mastectomia afeta a autoestima da mulher. Essa cirurgia me trouxe um alívio muito grande. Essa é a primeira fase. Agora vêm os acabamentos, outras fases. Parabéns ao hospital, que parece de primeiro mundo”, elogiou Iracema Pereira de Araújo, a paciente visitada pelo governador.

 

Para o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, o mutirão vai realizar sonhos. “É muito importante uma ação como essa, pois algumas mulheres que serão operadas ficaram na fila de espera por mais de 15 anos”, afirmou o secretário.

 

Mutirão

A ação é resultado de uma parceria da Secretaria de Saúde, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e alguns hospitais privados locais. Na ocasião, representantes desses órgãos também estavam presentes.

 

Participaram do mutirão 120 cirurgiões plásticos, especialistas em reconstrução mamária (do DF e de outros estados), 32 anestesiologistas e 90 profissionais de enfermagem. Alguns procedimentos podem durar até cinco horas. Foram usadas 19 salas de cirurgia na rede pública e 11 na rede privada.

 

O ponto central do mutirão foi o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), referência em cirurgia plástica. Na rede pública, os procedimentos foram realizados também no Hospital de Base, da Asa Sul, de Santa Maria, Paranoá, além do Hospital Universitário e das Forças Armadas.

 

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