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Brasília

Adriana Villela é encaminhada para presídio feminino

Arquivo Geral

27/01/2011 17h58

Adriana Villela, que foi presa nesta manhã de quinta-feira (27) no Rio de Janeiro, desembarcou por volta das 17h50 no aeroporto internacional de Brasília. Após a realização do exame de corpo de delito no IML, a filha do casal Villela foi transferida para o presídio feminino.

 

Adriana teve a prisão preventiva decretada pelo juiz do Tribunal do Júri de Brasília, Fábio Esteves. De acordo com a polícia, Adriana estaria obstruindo de novo as investigações do caso Villela com a ajuda de policiais civis. Ela já havia sido presa anterioremente pelo mesmo motivo. De acordo com a polícia, Adriana estaria obstruindo de novo as investigações do caso.

 

A arquiteteta foi deslocada para Brasília em um voo comercial, acompanhada por escolta policial. Após a chegada na capital, a suspeita foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou cerca de 10 minutos,  para realização de exames. Adriana foi encaminhada diretamente para o Presídio Feminino do Distrito Federal, conhecido como Colméia, onde cumprirá a prisão preventiva.

Adriana é suspeita de ter sido a mandante do crime da 113 Sul, no dia 28 de agosto de 2009. A arquiteta estava de férias na cidade quando a Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Corvida (Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida) à prenderam e levaram para a Polinter (Polícia Interestadual do Rio de Janeiro).

 

O advogado de Adriana deve entrar com pedido de Habeas Corpus ainda durante a tarde de hoje. Ele afirmou que vai incluir nos autos, os dois cartões de embarque de sua cliente, para provar que ela não estava morando no Rio de Janeiro. Segundo o advogado, o bilhete de ida consta a data de 7 de janeiro e o de volta estaria marcado para o dia 30 de janeiro e que, a cliente teria informado Justiça sobre a viagem.

 

 

Entenda o caso


A Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida) entregou para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), no último dia 11, o inquérito concluído sobre do triplo homicídio da 113 Sul do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

O documento manteve os indiciamentos da filha do casal assassinado, a arquiteta Adriana Villela, do ex-porteiro Leonardo Campos Alves, de seu sobrinho, Paulo Cardoso Santana, e de um suposto comparsa,  Francisco Aguiar, além  de uma amiga de Adriana, de nome Regina. Também são mantidos os indiciamentos da  vidente Rosa Maria Jaques, de seu marido, João Tochetto, da empregada Guiomar Barbosa, da ex-delegada chefe da 1ª DP, Martha Vargas, e do policial Augusto Alves. Estes últimos  por atrapalharem as investigações.

 

Os autores confessos do crime, o ex-porteiro e seu sobrinho, tiveram o pedido de prisão preventivo por tempo indeterminado acatado pelo juiz Fábio Esteves no dia 14 de janeiro.

 

 

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