O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou habeas corpus em favor de T.P.A., acusado de matar o funcionário do Banco Central, Saulo Batista Jansen, com um tiro no peito. Ele continuará preso.
T. é acusado de ter matado Jansen, que estava lanchando em uma lanchonete na 413 Norte, junto com a família. T. havia acabado de roubar um notebook de uma moça. Ela gritou por socorro. Ele fugiu e na fuga passou pela lanchonete onde Jansen lanchava e, para evitar que fossem atrás dele, atirou um único tiro que acertou de forma fatal o peito do funcionário público.
Saulo completaria 32 anos no dia em que foi enterrado e era funcionário do setor de informática do Banco Central. Na noite do crime, a polícia prendeu T.P.A., de 21 anos, que confessou o assassinato. Agentes da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) chegaram ao jovem por meio de informações geradas pelo GPS do notebook roubado, ele estava no Paranoá