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Brasília

Acusado de atear fogo em mulher vai a júri

Arquivo Geral

26/08/2013 10h23

O Tribunal do Júri de Brasília leva a julgamento na próxima segunda-feira, 26/8, a partir das 9h, um homem de 45 anos acusado de tentar matar a mulher ateando-lhe fogo. Os fatos aconteceram no dia 23 de abril de 2012, no Setor Leste da Cidade Estrutural/DF.

 

De acordo com a denúncia, José Aparecido Vas Santos, “após discussão e briga, utilizando-se de álcool como acelerador do fogo, incendiou o corpo de Rosângela Sousa Sales”, sua ex-companheira. Rosângela recebeu pronto atendimento médico e sobreviveu. Para o Ministério Público, “ao usar fogo para a prática do crime, o acusado se utilizou de meio cruel”. Afirma também a acusação que “o móvel do crime seria a vingança em razão da perda da guarda dos filhos”.

 

Ouvido em juízo, o réu negou ter cometido o crime. Disse que não viu como a mulher ateou fogo no próprio corpo e que apenas a socorreu. A vítima, por sua vez, contou que, após uma discussão com o réu, foi para o quarto e, quando percebeu, ele lhe ateou fogo. Lembrou que tinha problemas com o marido que já havia sido agredida por ele diversas vezes. No dia dos fatos, eles haviam discutido pelos filhos, por comida e por outras coisas, completou.

 

Santos, que se encontra preso, foi pronunciado para responder perante júri popular por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e praticado por meio cruel.

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    Acusado de atear fogo em mulher vai a júri

    Arquivo Geral

    23/08/2013 17h41

    O Tribunal do Júri de Brasília leva a julgamento na próxima segunda-feira, 26/8, a partir das 9h, um homem de 45 anos acusado de tentar matar a mulher ateando-lhe fogo. Os fatos aconteceram no dia 23 de abril de 2012, no Setor Leste da Cidade Estrutural/DF.

     

    De acordo com a denúncia, José Aparecido Vas Santos, “após discussão e briga, utilizando-se de álcool como acelerador do fogo, incendiou o corpo de Rosângela Sousa Sales”, sua ex-companheira. Rosângela recebeu pronto atendimento médico e sobreviveu. Para o Ministério Público, “ao usar fogo para a prática do crime, o acusado se utilizou de meio cruel”. Afirma também a acusação que “o móvel do crime seria a vingança em razão da perda da guarda dos filhos”.

     

    Ouvido em juízo, o réu negou ter cometido o crime. Disse que não viu como a mulher ateou fogo no próprio corpo e que apenas a socorreu. A vítima, por sua vez, contou que, após uma discussão com o réu, foi para o quarto e, quando percebeu, ele lhe ateou fogo. Lembrou que tinha problemas com o marido que já havia sido agredida por ele diversas vezes. No dia dos fatos, eles haviam discutido pelos filhos, por comida e por outras coisas, completou.

     

    Santos, que se encontra preso, foi pronunciado para responder perante júri popular por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e praticado por meio cruel (artigo 121, § 2º, incisos I e III, c/c artigo 14. caput, inciso II, ambos do Código Penal Brasileiro).

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