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Brasília

670 orientadores educacionais debatem a inclusão na rede pública

Arquivo Geral

13/08/2009 0h00

O objetivo do 4º Encontro Temático da Orientação Educacional é refletir sobre a inclusão escolar nas escolas públicas. A tarefa é desempenhada pelos orientadores educacionais, que fazem a mediação entre alunos, pais e escola, com a finalidade de garantir aos alunos com necessidades especiais educação escolar de qualidade, bem como ajudá-los a desenvolver suas potencialidades.


“Eles são como uma ponte, um agregador, uma porta para que o diálogo seja sempre estabelecido, em qualquer momento do aprender”, afirma a diretora da Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante, Élida Cristina Melo. Orientadores das 14 regionais de ensino vão participar do evento.


Embora o tema do evento seja inclusão, a atuação dos orientadores abrange todas as modalidades de ensino no contexto escolar, desde o acompanhamento das mudanças que ocorrem na educação, abrangendo questões da política nacional de educação, até avanços pedagógicos.


No primeiro semestre, 400 desses profissionais foram capacitados por meio de parceria firmada até 2010 pela Secretaria de Educação e a UnB, a fim de integrarem às Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem – EEAP, compostas por psicólogos e pedagogos.


O trabalho das equipes não é focado somente no aluno, está interligado com outras instâncias da escola. As equipes fazem mapeamento institucional para o conhecimento aprofundado da escola, não só nos aspectos físicos e de recursos humanos, observando as práticas pedagógicas, gestão, supervisão pedagógica, e análise da proposta pedagógica.


O atendimento pelas equipes especializadas é feito da seguinte maneira: escolas com menos de 500 alunos terão um pedagogo itinerante, atendendo a duas, três, quatro escolas, com base no trabalho da regional de ensino. As escolas com mais de 500 alunos, disporão de um pedagogo fixo.


Quanto ao psicólogo, tanto nas escolas com menos ou com mais de 500 alunos, atua de forma itinerante, devido ao número desses na rede. Esse procedimento depende das necessidades das regionais de ensino, conforme o número de psicólogo e o número de escolas a serem atendidas.

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