Três pessoas acabaram detidas e 22 mil mídias falsificadas foram apreendidas numa operação antipirataria da Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) realizada em oito regiões administrativas do Distrito Federal, entre 17h e 21h30 desta quinta-feira (12).
“A ação faz parte de um planejamento operacional que pretende cobrir todas as regiões administrativas do DF com o objetivo de coibir a venda de produtos piratas e organizar a ocupação dos espaços públicos”, explica o subsecretário de Operações da Seops, Carlos Alencar.
Entre os locais fiscalizados estão Estrutural, Gama, Santa Maria, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Samambaia, Taguatinga e Ceilândia.
Os três detidos – entre eles um adolescente – vendiam o produto ilegal na Feira da Estrutural.
O menor foi levado à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) e acabou liberado para responder ao ato infracional em liberdade.
Os outros presos foram autuados em flagrante na Delegacia de Combate aos Crimes de Propriedade Imaterial (DCPim) pelo crime de violação do direito autoral.
“Eles foram liberados depois de pagar fiança de R$ 400, mas poderão ficar até quatro anos presos em caso de condenação”, diz o delegado-chefe da DCPim, Luiz Henrique Sampaio.
Os 1.354 CDs e DVDs recolhidos com os detidos seguem para perícia para comprovar que elas eram falsificadas e depois ficam à disposição da Justiça para destruição.
AS APREENSÕES – Entre as cidades com maior número de mídias retiradas das ruas ficou o Gama, com 6.339.
Seguem a lista Ceilândia (4.835), Santa Maria (4.371), Taguatinga (2.431), Samambaia (1.733), Riacho Fundo I (937) e Riacho Fundo II (539).
Nestes locais ninguém foi preso porque os ambulantes fugiram quando perceberam a chegada dos agentes.
As mídias apreendidas nessas cidades seguem para destruição em uma cooperativa de reciclagem da Estrutural.
Trinta e seis agentes da Seops participaram da operação.