Ana Paula Andreolla
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Mesmo faltando poucos dias para a conclusão do inquérito que investiga o triplo homicídio da 113 Sul, a Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida) ainda se depara com situações que podem, inclusive, resultar em novas prisões. Em 28 de agosto do ano passado, foram assassinados no local o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, sua mulher, a advogada Maria Carvalho Mendes Villela, e a principal empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva.
Segundo informações de uma fonte policial, a Corvida, responsável pelo inquérito, ao analisar dados de escuta telefônica observou um fato que chamou a atenção dos agentes. Agora, eles investigam o surgimento de novos personagens que também podem ter envolvimento no crime.
A fonte não pôde dar detalhes porque o caso corre em segredo de Justiça, mas adiantou que os novos indícios que serão investigados não contrariam a linha de investigação adotada pela Corvida, que mantém as acusações voltadas para a filha do casal assassinado, a arquiteta Adriana Villela.
A arquiteta já chegou a ser presa e também prestou diversos depoimentos. Diante das acusações, Adriana continua jurando inocência e sua defesa constantemente faz uma série de denúncias de supostas irregularidades na maneira como a Corvida conduz o inquérito.
Recentemente, como adiantou o Jornal de Brasília com exclusividade, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seção DF, entregou ao Ministério Público e à Corregedoria da Polícia Civil um relatório pedindo que fossem investigadas possíveis irregularidades. No entanto, a delegada da Corvida, Mabel de Faria, desmentiu todas elas, e diz estar tranquila tanto com o inquérito como com as acusações relatadas.
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