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Brasília

113 Sul: Argumentação é de que há somente indícios e nenhuma prova de autoria

Arquivo Geral

28/09/2010 8h09

O relatório encaminhado pela delegada Mabel Alves de Faria Corrêa, diretora  da Delegacia de Homicídios II da Coordenação de Investigações de Crimes Contra a Vida (Corvida), ao juiz presidente da Vara Tribunal do Júri de Brasília, com o indiciamento da arquiteta Adriana Villela, causou questionamentos a uma fonte que teve acesso ao documento, por conter  apenas indícios. Adriana é apontada pela polícia como suposta mentora das mortes dos pais e da empregada da família. 

 

Além dela, é apontada a participação da empresária Regina Batista, amiga de Adriana, da ex-faxineira do casal, Guiomar Barbosa, e seu filho José Ailton, conhecido como Brechó. Estes dois últimos, segundo a polícia, teriam mentido para ajudar a filha dos Villela.  Apesar de ter elogiado a investigação, a fonte, que conversou com exclusividade com o Jornal de Brasília,  afirma que não existe prova de autoria.

 

O JBr teve acesso, ainda, aos e-mails trocados entre Adriana e Regina Batista. A empresária também teve o pedido de prisão preventiva solicitado pela polícia, juntamente com a delegada Martha Vargas, o policial civil José Augusto Alves, a paranormal Rosa Maria Jaques, e o marido João Toccheto de Oliveira. No entanto, o Ministério Público encaminhou o caso da delegada e do agente para ser analisado pelo Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial.

 

Leia mais na edição desta terça-feira (28) do Jornal de Brasília.

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