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Operação que investiga esquema de corrupção cumpre mandados na casa de Crivella

Foram expedidos, ao todo, 22 mandados de busca e apreensão

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Foto: Agência Brasil
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) realizam, nesta quinta-feira (10), uma operação para investigar um suposto esquema de corrupção na Prefeitura do estado. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na residência do prefeito Marcelo Crivella.

Também são cumpridos mandados na sede da Prefeitura do Rio. Ao todo, foram expedidas 22 ordens de busca e apreensão, que são cumpridas em endereços nos bairros da Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Tijuca, Flamengo, Itaipava e Nilópolis.

Candidato à reeleição, Crivella é alvo de operação dois dias após as buscas na casa do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), já oficializado como seu adversário na disputa pela prefeitura. O inquérito contra o prefeito, cujo conteúdo integral está sob sigilo, foi aberto no ano passado com base na delação premiada de Sérgio Mizrahy, um agiota da zona sul da cidade.

Ele apontou o empresário Rafael Alves, ex-dirigente do Salgueiro e da Viradouro, como o responsável por cobrar propina na Riotur. A empresa municipal de turismo é presidida por seu irmão, Marcelo Alves. O delator disse que Rafael Alves cobrava propina de empresas contratadas pelo município ou que têm dívidas a receber de gestões anteriores. O agiota disse que recebia cheques do empresário recebidos como vantagem indevida para trocar por dinheiro vivo.

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Também são alvos da operação o ex-senador Eduardo Lopes, que também foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento do governo de Wilson Witzel, e Mauro Macedo, citado em delação sobre o esquema de propina envolvendo a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros (Fetranspor).

Com informações da Folhapress




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