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Brasileiras atropelam a Itália e continuam invictas na ponta

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O Brasil chegou à sua sétima vitória seguida no Grand Prix feminino de vôlei ao bater as campeãs mundiais da Itália por 3 sets a 0 na madrugada desta sexta-feira. Com 100% de aproveitamento na competição, as comandadas de José Roberto Guimarães venceram com parciais de 25/22, 25/22 e 30/28, impondo à Itália sua segunda derrota.

Líder isolada do torneio, a seleção brasileira se prepara agora para enfrentar a República Dominicana, apenas a sétima colocada com duas vitórias nas mesmas sete partidas. As duas seleções jogam neste sábado, em Okayama, a partir das 3h (horário de Brasília).

O resultado desta sexta-feira agradou bastante o técnico brasileiro. “Tivemos uma boa partida hoje. As jogadoras começaram muito determinadas e concentradas, e é por isso que nos defendemos tão bem. As ponteiras do time italiano são muito habilidosas, então tivemos que dar atenção à nossa defesa”, destacou José Roberto.

E se o comandante brasileiro elogiou as adversárias, o técnico italiano não ficou atrás e reservou algumas palavras às brasileiras. “O resultado é muito simples e muito correto. Nós não entendemos como jogar contra um time forte como o Brasil. Não chegamos a um nível tão alto ainda”, disse Marco Bonitta.

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A diferença entre os dois times realmente foi notável. Aproveitando-se do começo desencontrado das italianas, o Brasil logo abriu 4/0, que aumentou para 6/1. A vantagem foi sendo mantida pelas ‘canárias’ com boas subidas de Sheilla, obrigando as européias a fazer um pedido de tempo. Na volta, com Sara Anzanello na rede e Francesca Piccinini no fundo, a diferenças caiu de 16/11 para 21/20. Porém, a seleção brasileira soube administrar a pressão e fechou o set em 25/22 com um ataque de Fabiana.

As italianas voltaram para o segundo set disposta a reagir. Apesar do equilíbrio, o objetivo vinha sendo conseguido quando elas tomaram a frente com 14/13. Mas logo pesou o maior entrosamento das brasileiras, que viraram para 16/14 com Fabiana na rede e com as cortadas da ponta Jaqueline, que respondia às ofensivas de Piccinini. Mari e Joycinha cresceram no jogo, e Jaqueline acabou repetindo o placar da primeira parcial com novo 25/22.

No terceiro set, Mari continuou pressionando, mas sofria com os bloqueios de Martina Guiggi, que obrigou o Brasil a pedir tempo, mesmo com 8/6 no placar. Na volta, com bons passes de Fofão e excelentes subidas de Mari, o Brasil abriu quatro pontos, chegando ao 12/8. Pressionada, a Itália começou a errar demais e permitiu que as brasileiras chegassem ao 16/10 antes de reagir e empatar a parcial em 20/20, com a valente Nadia Centoni e com a ofensiva Valentina Fiorin.

As azuri tiveram a chance de fechar o set quando Jaqueline errou o saque e deu o 24/23 de graça, mas Fabiana conseguiu salvar o ponto e empatou em 24/24. O Brasil aproveitou-se, cresceu e viu as comandadas de Marco Bonitta perderem cinco set points antes de sofrer dois pontos de Sheilla, que fechou o set em 30/28 e a partida em 3 sets a 0.

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“Demos muitos pontos para elas, o que permitiu o crescimento das italianas. Mas demos conta do recado. Conseguimos manter o ritmo e elas só mostraram reação no terceiro set. Nosso contra-ataque foi efetivo e acabou sendo uma boa arma”, diagnosticou Walewska. “Deu para ver a evolução de tudo mundo. Para mim, foi maravilhoso, estava na maior expectativa. E estrear com vitória é muito bom”, completou a líbero Arlene, que fez seu primeiro jogo pelo Grand Prix.

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