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Moda

Empresárias brasilienses abrem loja de calçados a preço único

Fernanda e Marina abriram as portas há um mês. A loja de calçados é um complemento à loja de roupas que abriram no início da pandemia no DF

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Arquivo Pessoal/Material cedido ao Jornal de Brasília
Foto: Arquivo Pessoal/Material cedido ao Jornal de Brasília
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Na data em que é comemorado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, 19 de novembro, Fernanda Saraiva Cavalcante e Marina Magalhães Rodrigues Coelho comemoram um mês desde que abriram uma loja de sapatos a preço único em Brasília. As amigas, formadas em direito, eram sócias enquanto trabalhavam como advogadas e levaram essa parceria para o mundo do empreendedorismo.

Há um ano começaram a empreender no ramo de roupas, visitavam a casa das clientes para vender as peças e, um mês antes de a pandemia do novo coronavírus ser declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), abriram uma loja para dar continuidade nas vendas. Fernanda conta que trabalhar com moda sempre foi uma vontade das duas e, mesmo com a pandemia, conseguiram se manter no mercado.

As roupas, vendidas na Ipê Mixed, tem uma variedade de preço entre R$ 37 e R$ 199, para todos os públicos. Para complementar a renda, há um mês abriram a loja de calçados, Ipê Mixed Sapatos Femininos, com preço único de R$ 69,90 em qualquer calçado. As lojas ficam na SEPS 705/905 bloco A lojas 30 e 38, atrás da Igreja Santa Edwiges.  “Nós temos todos os tipos de sapatos, rasteiras, plataformas, scarpin, sandálias… É para para todo o público! Temos tênis, sleeps, tênis de caminhada, mule, enfim, vários tipos de sapatos mesmo”, relata Fernanda.

Segundo a empresária, a pandemia dificultou o movimento na loja, que estava aberto há apenas um mês. “A gente tinha acabado de abrir as portas, foi complicado. Mas aí a gente se reinventou online. Começamos a fazer entrega gratuita em diversos lugares”, explica. Além disso, adotaram o sistema de escolha pela internet, em que a cliente selecionava o produto, passava na loja e pegava a roupa para experimentar em casa.

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“A gente também aplicou muito uso de Lysoform nas roupas, pra que as pessoas pudessem levar pra casa experimentar e, se não coubesse, elas devolviam, que a gente batia o Lysoform na roupa, deixava pra secar e passava no vapor”, conta Fernanda, afirmando que isso tornou possível manter o funcionamento da loja sem que clientes ou ela e a sócia fossem infectadas pelo vírus.

“A dica que eu dou pra quem tá começando na pandemia é de que a pessoa tem que ter paciência, persistência, tem que ter um contato direto com o público dela. Mostrar a realidade do negócio dela e não desistir! É muito importante você saber que leva um tempo para coisa girar, mas você tem que ficar em cima, não desistir, acreditar naquilo que vai acontecer”, incentiva Fernanda.




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