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Coluna Marcelo Chaves

Bate-papo com o jornalista goiano Matheus Ribeiro, que estreia no jornalismo de Brasília no comando do DF Record

Marcelo Chaves

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Tem novidade no jornalismo local. Em especial no programa DF Record, noticiário local da Record Brasília, que informa os brasilienses de segunda a sexta, às 19h10. Trata-se da contratação do jornalista e apresentador Matheus Ribeiro, que troca Goiânia, onde atuou por alguns anos na TV Anhanguera, pela capital federal.

Natural de Piracanjuba, Goiás, e graduado em Comunicação Social pela UFG – Universidade Federal de Goiás, Matheus traz o seu talento para a televisão brasiliense. Na contagem regressiva para a sua estreia no próximo dia 4 de maio, no DF Record, ele já está se preparando e se adaptando a Brasília, cidade que afirma adorar.

Você já havia visitado Brasília antes? O que achou da cidade?

Eu já tenho uma relação de longa data com Brasília. Apesar de nunca ter morado aqui, sempre vim visitar amigos, passar fins de semana. É uma cidade que, à primeira vista, nos cativa pelos monumentos, pela arquitetura, mas conquista de vez o nosso coração com o espírito acolhedor e cosmopolita.

Está se adaptando bem à nossa capital?

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Até no clima, Goiânia e Brasília são muito parecidas. Então, não é uma adaptação muito difícil. Estou gostando de descobrir a cidade como morador, não mais como visitante. Infelizmente, a pandemia não nos permite viver dias normais, mas cada momento tem sido especial.

Como você vê Brasília e que cidade espera encontrar agora que fixará residência por aqui?

Brasília é o coração do Brasil e, justamente por isso, pulsa sem parar, como centro político e econômico. Espero encontrar, cada vez mais, uma capital que esteja atenta ao bem do país e ao combate às desigualdades.

Você costuma colocar uma identidade própria nos telejornais que apresenta. E como será com o DF Record?

O novo DF Record será um telejornal que leva ao cidadão as notícias mais importantes do dia por meio de uma conversa. Vamos falar de saúde, educação, segurança, política e economia de uma forma que as pessoas entendam e, após o jornal, possam concluir: “isso vai fazer a diferença no meu dia”. Sobre os bordões, são uma forma carinhosa de me relacionar com o público, um gracejo que deixa o clima mais leve em dias de noticiário pesado. O pessoal que me conhece já está cobrando o “tchau brigado”, mas ainda não posso confirmar. (risos)

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Qual a expectativa para o seu novo trabalho comandando o DF Record?

A melhor possível. Não imaginava viver tudo o que já vivi aos 26 anos. Ancorar e ser o editor-chefe de um telejornal em horário nobre, na capital do país, é um dos maiores desafios que já enfrentei. E estou fazendo isso com a disposição de quem foi muito bem recebido pelos colegas. Pretendo cativar o público do DF com um trabalho sério e responsável, feito por uma equipe incrível como a nossa.

Fazer jornalismo em Brasília é diferente se comparado com outras cidades?

Com certeza. Brasília tem uma composição política e econômica muito própria. E estar nesse centro de poder exige que o profissional tenha uma visão 360° para compreender tudo o que compõe uma notícia: não são apenas dois lados.

O que você acha que Brasília pode te ensinar como jornalista?

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A conhecer melhor os bastidores de decisões e atitudes que impactam não apenas a cidade, mas a nação como um todo. Brasília não é apenas uma cidade política, é também uma cidade politizada. E ter a missão de informar essas pessoas será uma experiência incrível.

Fotos: César Rebouças


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