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Se não fosse o herança maldita de Sampaoli, o Flamengo já estaria quase com a taça na mão

O “efeito Tite” causou grande impacto na ressurreição do time. E, se der tempo, o novo técnico ainda precisa recuperar o futebol de Gabigol

Por Marcondes Brito 27/11/2023 7h21
Reprodução/TV

O Flamengo empatado com o Palmeiras na liderança, em número de pontos, é o resumo da 35ª rodada. O campeonato vai pegar fogo nas três rodadas que restam.

O torcedor flamenguista está em êxtase. Será que vai ser possível salvar um ano que estava perdido? Lá no fundo, esse mesmo torcedor lamenta o tempo perdido com Jorge Sampaoli. Uma herança maldita; uma herança desgraçada!

Observe que o critério de desempate é o saldo de gols. E, no saldo de gols, o Flamengo fica bem atrás por causa de duas goleadas que sofreu no tempo de Sampaoli: 0 x 4 Bragantino e 0 x 3 Cuiabá. Coisa mais humilhante! Agora a “conta”pode chegar.

E outra coisa: recorde-se que, no dia 22 de julho, pela 16ª rodada, com 60 mil pessoas no Maracanã, o time recebeu esse mesmo América, de quem ganhou ontem, sem sustos, e  ficou no 1 × 1. Ou seja, poderia estar dois pontos à frente do Palmeiras neste momento

Mas, em meio a toda essa euforia, o torcedor Rubro-negro ainda espera que aconteça um “milagre” este ano: a recuperação de Gabigol. Na foto em destaque, vemos o camisa 10 do Flamengo sentado no banco sem disfarçar a sua melancolia.

Tite, em pouquíssimo tempo, recuperou Pedro, Cebolinha, Gerson, Arrascaeta e Gerson. Esses caras passaram a jogar muita bola desde a chegada do novo treinador. Gabigol, ainda não.

Mas eu acho que isso depende apenas do jogador. Gabigol, antes de ficar com essa cara de “poucos amigos”, precisa olhar os seus próprios números em 2023. E, neste Brasileirão, ele tem mais cartões amarelos do que gols:  7 x 5.

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