No clássico inglês entre Chelsea e Manchester United, neste sábado (18), o que se viu em campo foi mais uma demonstração clara do nível da Premier League: intensidade absurda, ocupação de espaços quase perfeita e um ritmo que muitas vezes dá a sensação de que o futebol está sendo jogado em outra dimensão.
Mas esse jogão deixou dois sinais bem claros para a Seleção Brasileira: a notícia boa veio com a vitória do Manchester United por 1 x 0, com gol de Matheus Cunha. Em um ambiente competitivo e exigente, ele se afirma como um nome cada vez mais forte na disputa por espaço na seleção. Não existe vaga garantida, mas desempenho nesse nível pesa – e pesa muito.
A notícia ruim veio do outro lado, e de forma precoce. Estêvão, cercado de expectativa e já tratado como uma das grandes promessas brasileiras na Europa, voltou a ser titular em um jogo grande, dentro de casa, mas ficou apenas 12 minutos em campo. Sentiu sozinho, após pisar em falso, e precisou ser substituído.
Ainda não há confirmação sobre a gravidade da lesão, mas o episódio acende um alerta inevitável. O futebol brasileiro conhece bem o impacto que problemas físicos podem causar na trajetória de grandes jogadores.
Ronaldo foi um fenômeno em todos os sentidos, mas teve sua carreira marcada por lesões graves no joelho que mudaram completamente o rumo da sua história em determinados momentos. Neymar também viu sua caminhada na seleção ser interrompida em momentos cruciais por causa de lesões.
São exemplos que mostram o quanto o fator físico é determinante. Por isso, quando se fala em “nomes certos” para a seleção, é sempre preciso colocar uma ressalva. O futebol não oferece garantias.
A expectativa, claro, é que não seja nada grave com Estêvão. Pelo talento que tem e pelo impacto que já começa a causar, seria mais um nome importante para o futuro próximo da seleção.
E por falar em futebol europeu, o domingo reserva mais um duelo de peso. No clássico francês entre PSG e Lyon, o capitão da seleção brasileira, Marquinhos, terá pela frente o jovem Endrick, destaque do time de Lyon. Um confronto que, mais uma vez, conecta diretamente o futebol europeu com o futuro da Seleção Brasileira.