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Do Alto da Torre

Sanidade mental de PMs é questionada

Fábio Felix desconfia que alguns policiais, que chegaram a ser afastados das ruas por problemas de saúde mental, estariam atuando nas escolas militarizadas

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Lucas Valença
lucas.valenca@grupojbr.com

Respondido pela Secretaria de Segurança Pública, um requerimento datado de setembro, feito pelo gabinete do líder da minoria, Fábio Felix (Psol), e obtido pela coluna, questiona a sanidade mental de militares que atuam nas escolas de gestão compartilhada. Uma das perguntas é explicativa. “Entre os policiais militares direcionados para o projeto de militarização de escolas, quantos têm histórico de afastamento por motivos de saúde mental?”.

Suspeita justificada

Na justificativa, o parlamentar aponta que as secretarias de Segurança Pública e de Educação possuem índices elevados de servidores que passam por esse tipo de problema. No gabinete parlamentar e na Comissão de Direitos Humanos da CLDF, no entanto, há a suspeita de que alguns policiais, que chegaram a ser afastados da rua por problemas de saúde mental, estariam atuando nas escolas militarizadas.

Números recebidos

As informações já foram enviadas pela pasta ao deputado oposicionista. Contudo, ainda não foram totalmente apurados. A coluna também ainda não teve acesso às informações prestadas pelo governo.

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Resposta da SSP-DF I

Em resposta à coluna, a PMDF informou que “os policiais e bombeiros militares colocados à disposição das escolas cívico-militares são submetidos a processos de avaliação, seleção e aplicação de efetivo realizados pela PMDF e pelo CBMDF, respectivamente.

Resposta da SSP-DF II

A SSP, por sua vez, define a distribuição das Forças pelas escolas, alocando bombeiros e policiais militares para unidades de ensino que já tenham aprovado sua inserção no programa.

Telma Rufino e sua RA

Agora fora do parlamento, depois que Fernando Fernandes anunciou seu retorno, Telma Rufino (PROS) será a primeira administradora da recém criada RA de Arniqueira. A suplente foi a grande articuladora do processo de regularização da região e do projeto de emancipação da cidade, que também compreende o Areal e a ADE.

Seca brasiliense

Entre os principais desafios, Telma Rufino terá a conclusão da regularização do local e a captação de recursos para as obras de infraestrutura e construção dos equipamentos públicos da região. O problema é que a ex-parlamentar terá de trabalhar na seca de recursos, costumaz das administrações.

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Ausência da 3ª parcela

O GDF não conseguiu guardar recursos para o pagamento da terceira parcela dos servidores. Com os atuais números fazendários, o governo não deve efetuar o pagamento tão cedo. Além disso, há agora a preocupação do envio do reajuste salarial à PM e aos Bombeiros, que deve afetar as contas públicas do Executivo local, como já tratado na coluna.

Perda estratégica

O déficit no custeio, que deve girar em torno de R$ 800 milhões neste ano, tem dado dor de cabeça aos economistas do Buriti. A diminuição dos recursos da Fundação de Apoio à Pesquisa era estratégica para ajudar no complemento deste montante, mas o presidente do Legislativo local, Rafael Prudente (MDB), mandou devolver ao palácio o projeto que reduz valores do FAP, após a má repercussão social.

Encrenca orçamentária

O governo ainda conta com a sobra da Câmara Legislativa, da Defensoria Pública e do Judiciário local. Na terça passada, o subsecretário de Orçamento, Thiago Conde (foto), esteve na CEOF da Câmara Legislativa e confirmou diversas informações já anunciadas pela coluna. A afirmação, por exemplo, de que o GDF deve usar emendas parlamentares não executadas para ajudar no pagamento do déficit do custeio foi admitida. A conta ainda não fecha.

Atitude lamentável

Esta coluna lamenta a atitude abusiva do ex-deputado federal Laerte Bessa (PL) que, em vídeo, agride física e moralmente um funcionário do prédio em que reside. As deploráveis ameaças de morte ao porteiro não podem ser toleradas em um estado democrático de direito.

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