A deputada Érika Kokay (foto) entra por um caminho perigoso, embora coerente com sua trajetória política.
Petista-raiz, Erika exige que se julguem falas e atos não pela legislação ou pela jurisprudência, mas pela orientação política: “Não é sobre “desacato”. É sobre criminalizar quem está ao lado do povo. Prender vereador que estava com o MST em um ato é um recado perigoso: querem intimidar a luta por terra, comida e dignidade”, afirma Erika.
Assim, “A luta do MST deve ser respeitada e devemos dar solidariedade ao vereador Fabrício”, assegura ela, referindo confronto envolvendo terras.