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Do Alto da Torre

Educa e ação

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A distribuição de verbas a escolas por meio do PDAF contou com repasse recorde (leia mais na página 2), o que é parte do planejamento da atual Secretaria de Educação para reestruturar as unidades. Concomitantemente, as comunidades ligadas a três escolas públicas já haviam aprovado a implementação do modelo militar e, ontem, foi a vez do CED 07 de Ceilândia votar.

Fazendo caixa

Além das mudanças estruturais e das perspectivas distintas que ambas as ações provocam, a militarização das escolas contará com boa quantidade de recursos para aplicar sua metodologia. Conforme a publicação no Diário Oficial do DF (DODF) de ontem, a distribuição de recursos por meio do PDAF para as referidas unidades ficou assim:

CED 308 Recanto das Emas – R$ 132.340,00

CED 07 de Ceilândia – R$ 145.405,00

CED 01 de Estrutural – R$ 91.960,00

CED 03 de Sobradinho – R$ 84.585,00

Fase beta

Pelo menos no papel, portanto, a gestão compartilhada apontada no projeto terá as unidades com alguns dos maiores recursos à disposição para funcionar. Desde o começo, o governo deixou claro que será uma etapa de testes para, se possível, expandir o modelo.

Plano B

Se a Disney está longe de acontecer, o governador Ibaneis se mexeu para tocar algum projeto ao menos similar. Na tarde de ontem, o chefe do Executivo local recebeu a primeira proposta, vinda do grupo empresarial de Alain Baldacci, presidente do Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas. Segundo o Buriti divulgou, o empreendedor quer construir um parque temático aquático em uma área de 1,1 mil hectares em Sobradinho.

Secos e Molhados

Uma das atrações que estão sob o controle de Baldacci é o Wet’ N’ Wild, de São Paulo. A ideia de instalação desse parque também não é novidade na capital e já foi ventilada em outras oportunidades – e governos – mas, tal qual a Disney, não prosperou. O Baldacci ainda controla o Beach Park, o Beto Carrero World e a Pousada do Rio Quente, em Goiás.

Novela Villela
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou para a próxima terça-feira o julgamento do recurso de Adriana Villela, suspeita de comandar o assassinato dos próprios pais e da empregada doméstica da residência, na 113 Sul, em 2009. O caso ganhou repercussão principalmente pelo histórico das vítimas: o pai, José Guilherme Villela, era ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a mulher dele era a advogada Maria Villela. A funcionária da casa se chamava Francisca Nascimento Silva.

Longe do povo

O recurso de Adriana, que teria contratado matadores para executar os pais por questões financeiras, é para não ir a júri popular. A decisão foi adiada porque o ministro do STJ e relator Sebastião Alves dos Reis, pediu vista do processo. Se o pedido for acatado, o Ministério Público do DF e Territórios aponta que o processo poderá ser encerrado sem a julgamento ou análise de provas pelo Tribunal do Júri.

Pra inglês ver
Uma das coisas que deputados mais fazem para mostrar serviço é protocolar projetos de lei inócuos, inexpressivos. Assim, quando se faz a contabilidade de propostas do político, ele pode bater no peito e dizer que enviou quase 100 projetos para a Casa ou algo que o valha. No Diário Oficial da Câmara Legislativa de ontem, havia vários exemplos.

Dias de luta, dias de qualquer coisa

Prontinhos para apreciação no plenário da CLDF, por exemplo, estão os projetos que instituem o Dia do Futebol Americano no DF, que até tem uma cena atuante na capital, e a Semana do Torneio de Argolinhas. Esta última se refere a uma modalidade praticada com cães.


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