O caso Jaques Wagner caminha rápido para um alinhamento partidário.
O PL de Bia Kicis e Flávio Bolsonaro estabeleceu três alvos nas investigações: os dólares e euros encontrados em endereços do senador, o apartamento entregue a ele em Salvador e a descoberta mais recente, a de que o banqueiro Augusto Lima teria bancado viagem dele para assistir a dois shows de Taylor Swift em Los Angeles, gastando R$ 63,3 mil.
O objetivo, óbvio, é colar em Lula a ideia de que, se Flávio teve alguma coisa a ver com Bolsonaro, o PT teria muito mais.
Os petistas do Senado ainda estavam meio mudos, mas na Câmara começa a ser levada adiante a observação de que Jaques Wagner é uma coisa, mas Lula é outra.