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Caso Adriana Vilella: OAB “estuda” representação contra acusação

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Lucas Valença
lucas.valenca@grupojbr.com

O julgamento de Adriana Villela, acusada de envolvimento no crime da 113 Sul, tem alterado a rotina do Tribunal de Justiça do DF. É grande o fluxo de advogados, estudantes de Direito e até funcionários da Corte que têm procurado acompanhar o processo. Só que, nas redes sociais, é o advogado de Adriana, o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, o mais procurado para as “selfies”. 

Buscando ‘Ordem’ I

Ao abordar os integrantes da acusação ontem, para cobrar explicações sobre o conflito envolvendo a promotoria e a representante da OAB-DF, Bárbara Lins, o presidente da Ordem local, Delio Lins e Silva, optou por uma conversar mais reservada. A fala foi cordial, mas firme. Ele procurou garantir que o direito da representante seja mantido. Desde o primeiro dia o clima é quente no tribunal.

Buscando ‘Ordem’ II

Só que a solicitação por um pedido de desculpas por parte da promotoria foi rechaçada e a OAB “estuda” uma possível representação, mas nada ainda está decidido.

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Buscando ‘Ordem’ III

Após a conversa com representantes do MPDFT, Délio foi conversar em particular com Barbara Lins. A conversa, no entanto, foi mais cordial.

Discipulo de Calmon

O procurador Mauricio Miranda foi elogiado por parte do publico que acompanha o julgamento. Alguns chegaram a compara-lo ao criminalista Pedro Calmon, que auxilia o procurador como assistente de acusação. Ao menos o temperamento inflamado tem se mostrado similar.


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