Vale tudo em campanha eleitoral, até exploração de cadáver.
Não, não é no sentido figurado.
Uma candidata a distrital, funcionária da área de Saúde, usou como peças eleitorais vídeos e fotos do cadáver de um morador de saúde que morreu em uma UPA.
O falecido costumava, havia tempos, abrigar-se na UPA para passar a noite e não pedia atendimento médico.
Essa foi a desculpa utilizada pela equipe da unidade para explicar por que não foi socorrido.
Certo, há controvérsias. Mas o óbvio objetivo da candidata era promover sua postulação.
Foi processada pela governadora Celina Leão. E não por mau gosto.