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Do Alto da Torre
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Campanha macabra

O falecido costumava, havia tempos, abrigar-se na UPA para passar a noite e não pedia atendimento médico.

Eduardo Brito

30/06/2026 21h55

gdf terreno

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Vale tudo em campanha eleitoral, até exploração de cadáver.

Não, não é no sentido figurado.

Uma candidata a distrital, funcionária da área de Saúde, usou como peças eleitorais vídeos e fotos do cadáver de um morador de saúde que morreu em uma UPA.

O falecido costumava, havia tempos, abrigar-se na UPA para passar a noite e não pedia atendimento médico.

Essa foi a desculpa utilizada pela equipe da unidade para explicar por que não foi socorrido.

Certo, há controvérsias. Mas o óbvio objetivo da candidata era promover sua postulação.

Foi processada pela governadora Celina Leão. E não por mau gosto.

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