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Do Alto da Torre
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Caixa e BB querem distância do BRB

O Governo Lula não mexerá um dedo pelo Banco de Brasília, afirmou Guimarães logo após assumir o cargo.

Eduardo Brito

22/04/2026 19h03

Foto: Divulgação/BRB

Subtítulo: De acordo com Celina, instituições privadas continuam dialogando normalmente com o banco, mas as tentativas de negociação com a Caixa Econômica Federal e com o Banco do Brasil encontraram portas fechadas.

Bem que o novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, avisou.

O Governo Lula não mexerá um dedo pelo Banco de Brasília, afirmou Guimarães logo após assumir o cargo.

Foi para valer.

A governadora Celina Leão já desabafou: “apenas os bancos públicos federais evitam negociar com o BRB mesmo com a crise atual”.

De acordo com Celina, instituições privadas continuam dialogando normalmente com o banco, mas as tentativas de negociação com a Caixa Econômica Federal e com o Banco do Brasil encontraram portas fechadas.

Fechado acerto com investidora

No equacionamento das contas do BRB, só uma parte já foi solucionada, mediante o acordo com a gestora Quadra Capital.

Criada por investidores conhecidos do mercado, com dirigentes originários do Crédit Suisse, a Quadra Capital receberá R$ 15 bilhões em ativos do Banco Master, que estavam com o BRB, e, desse total, uma parcela de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões será paga à vista pela Quadra, um alívio para a liquidez imediata do BRB.

O restante será pago em “cotas subordinadas do fundo de investimento a ser estruturado para a gestão e monetização dos ativos”, ou seja, à medida que forem equacionadas.

A Quadra Capital funciona em São Paulo, desde 2016, em um imóvel próximo, claro, à Faria Lima.

Independente, fundada em 2016, em São Paulo, por Nilto Calixto, um dos ex-Credit Suisse.

Os demais são Maurício Silveira, Tarso Tietê e Guilherme Gregory.

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