Subtítulo: De acordo com Celina, instituições privadas continuam dialogando normalmente com o banco, mas as tentativas de negociação com a Caixa Econômica Federal e com o Banco do Brasil encontraram portas fechadas.
Bem que o novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, avisou.
O Governo Lula não mexerá um dedo pelo Banco de Brasília, afirmou Guimarães logo após assumir o cargo.
Foi para valer.
A governadora Celina Leão já desabafou: “apenas os bancos públicos federais evitam negociar com o BRB mesmo com a crise atual”.
De acordo com Celina, instituições privadas continuam dialogando normalmente com o banco, mas as tentativas de negociação com a Caixa Econômica Federal e com o Banco do Brasil encontraram portas fechadas.
Fechado acerto com investidora
No equacionamento das contas do BRB, só uma parte já foi solucionada, mediante o acordo com a gestora Quadra Capital.
Criada por investidores conhecidos do mercado, com dirigentes originários do Crédit Suisse, a Quadra Capital receberá R$ 15 bilhões em ativos do Banco Master, que estavam com o BRB, e, desse total, uma parcela de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões será paga à vista pela Quadra, um alívio para a liquidez imediata do BRB.
O restante será pago em “cotas subordinadas do fundo de investimento a ser estruturado para a gestão e monetização dos ativos”, ou seja, à medida que forem equacionadas.
A Quadra Capital funciona em São Paulo, desde 2016, em um imóvel próximo, claro, à Faria Lima.
Independente, fundada em 2016, em São Paulo, por Nilto Calixto, um dos ex-Credit Suisse.
Os demais são Maurício Silveira, Tarso Tietê e Guilherme Gregory.