Enquanto o Banco de Brasília se dedica à capitalização já precificada, embora ainda complexa, a atenção das investigações da Polícia Federal pode lhe dar certo alívio: está agora priorizando os rombos deixados por fundos de pensão de servidores que aplicaram no mesmo Banco Master.
Três deles são estaduais. Os mais complicados são o Amazonprev, a Fundação Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas, com o maior rombo, de R$ 751,1 milhões de déficit financeiro entre as contribuições de servidores civis; e o Amprev, Amapá Previdência, com R$ 394,9 milhões de déficit financeiro entre as contribuições de servidores, principalmente militares.
A complicação cai no colo do ex-governador Wilson Lima, que renunciou ao governo do Amazonas e ainda nutre esperanças de concorrer ao Senado, e a gestores do Amapá.
O terceiro governo estadual complicado é o Rio de Janeiro, mas seu rombo é menor e o ex-governador Cláudio Castro anda sumido.
Além deles, nada menos do que 18 prefeituras, entre elas a de Campo Grande, também aplicaram no Master e viram seu dinheiro sumir.