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Do Alto da Torre
Do Alto da Torre

Atenção da Polícia Federal se volta para fundos estaduais

A complicação cai no colo do ex-governador Wilson Lima, que renunciou ao governo do Amazonas e ainda nutre esperanças de concorrer ao Senado, e a gestores do Amapá.

Eduardo Brito

23/04/2026 18h11

prédio da polícia federal

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Enquanto o Banco de Brasília se dedica à capitalização já precificada, embora ainda complexa, a atenção das investigações da Polícia Federal pode lhe dar certo alívio: está agora priorizando os rombos deixados por fundos de pensão de servidores que aplicaram no mesmo Banco Master.

Três deles são estaduais. Os mais complicados são o Amazonprev, a Fundação Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas, com o maior rombo, de R$ 751,1 milhões de déficit financeiro entre as contribuições de servidores civis; e o Amprev, Amapá Previdência, com R$ 394,9 milhões de déficit financeiro entre as contribuições de servidores, principalmente militares.

A complicação cai no colo do ex-governador Wilson Lima, que renunciou ao governo do Amazonas e ainda nutre esperanças de concorrer ao Senado, e a gestores do Amapá.

O terceiro governo estadual complicado é o Rio de Janeiro, mas seu rombo é menor e o ex-governador Cláudio Castro anda sumido.

Além deles, nada menos do que 18 prefeituras, entre elas a de Campo Grande, também aplicaram no Master e viram seu dinheiro sumir.

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