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Viva

Lenine volta a Brasília, neste sábado, com Carbono

Arquivo Geral

28/08/2015 6h00

Andréia Castro

andreia.castro@jornaldebrasilia.com.br

“Todas as canções foram inspiradas no mesmo tema – ou na mesma palavra – carbono. Tem sido assim em meus últimos discos: primeiro penso no nome e na ambiência sonora que o álbum vai ter, nos instrumentos, nos ruídos que quero trazer. Depois disso é que surgem as canções”. É assim que Lenine define seu último disco, Carbono, cujo repertório pode ser conferido amanhã, às 21h30, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O álbum conceitual, finalizado em apenas dois meses e recheado de parcerias com nomes como Nação Zumbi, veio da sua relação com a química. “Além de ter estudado engenharia química, sou um colecionador de palavras. Carbono é um elemento presente em todas as formas de vida no planeta, e de suas ligações com outros átomos surgem outros elementos, uma infinidade de possibilidades. Carbono traz esse conceito, de reunir parceiros diferentes para criar algo novo”, explica em entrevista ao Jornal de Brasília.

O disco, composto por 11 músicas inéditas, conta com muita bateria e percussão. O desafio era manter a força dos instrumentos no show. Foi possível? “Sim. E digo mais: o show está mais ‘pesado’ que o disco, pois as canções foram todas transpostas para a sonoridade da minha banda”, explica o músico.

De volta a Brasília, Lenine conta que separou algumas surpresas para a apresentação na capital federal. “O show tem todas as canções do disco e algumas escolhidas por serem mais parecidas com este universo do Carbono. Nisso faço um passeio de Olho de Peixe a Chão. A surpresa fica por conta do público, que pode escolher uma  música para entrar no roteiro – na hora do show. Mas deixo avisado o seguinte: quem gritar mais alto, leva”, garante.

Sobre política

“Em noite assim como esta / eu cantando numa festa / ergo o meu copo e celebro / Os bons momentos da vida / e nos maus tempos da lida / eu envergo mas não quebro”. Trecho da canção Envergo Mas Não Quebro, do disco Chão, foi recitada pela presidente Dilma Roussef no último dia 12 para dizer que não pensa em renunciar. Lenine achou “bacana, mas se pudesse escolher pediria que fosse Quede Água?, que faz parte de Carbono e foi feita com o mesmo parceiro, Carlos Rennó”. “A música trata de questões importantes e urgentes para o planeta e para o País”, completa o pernambucano.

Serviço:

» Lenine –  Sábado (29), às 21h30. No Auditório Máster do Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental). Ingressos: Front Gold – R$ 200. Gold – R$ 100. Especial – R$ 80. Lateral – R$ 90. Superior – R$ 50. Valores referentes à meia-entrada. Informações: 3364-0000. Não recomendado para menores de 14 anos.

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