O cerrado brasiliense tem sido a escolha de vários artistas na hora de registrar momentos da carreira em DVD. Já passaram pela cidade nomes como Capital Inicial, Calypso, Wesley Safadão, Amado Batista e a banda de reggae Alma Djem. Além dos sertanejos Matheus & Kauan, Henrique e Juliano, Pedro Paulo & Mateus e Cleber e Kauan. A próxima atração será Jorge & Mateus, que gravará DVD especial de 10 anos de carreira na cidade.
A dupla goiana Matheus & Kauan parece ter um vínculo especial com os fãs brasilienses. Depois do DVD Face a Face, gravado no Villa Mix (Setor de Hotéis e Turismo Norte) – com a participação da Orquestra Sinfônica Villa-Lobos –, os sertanejos retornaram para registrar o novo álbum. A gravação aconteceu na orla do Lago Paranoá, no espaço Na Praia (Setor de Hotéis e Turismo Norte).
“Quem nos deu a ideia foi o Durval Lelys, vocalista do Asa de Águia. Pensamos em fazer um DVD diferente, mais simples e leve”, conta Matheus.
“A escolha é uma aposta muito importante. Brasília sempre nos recebeu muito bem, com uma energia incrível. Nos sentimos em casa quando estamos aí”, reforça Kauan.
Com pouco mais de quatro anos de carreira, os irmãos já figuram na lista dos mais tocados do Brasil, com hits como Que Sorte a Nossa, ao lado de nomes consagrados da música sertaneja, como as duplas Zezé Di Camargo & Luciano e Chitãozinho & Xororó. “É tudo fruto de muito trabalho, dedicação e respeito aos fãs. A gente esperava que as coisas acontecessem, mas não nessa velocidade e proporção”, ressalta Matheus.
Outro lado
“A banda nasceu em Brasília, a nossa raiz tem muito da influência da cidade”, conta o vocalista da banda de reggae Alma Djem, Marcelo Mira. Segundo ele, a gravação de Alma Djem ao Vivo no Lago Paranoá não ficou restrita à vista que se tem do Lago, no Doka Beach Club (Setor de Hotéis e Turismo Norte), onde aconteceu o show.
“Fizemos um making of em vários pontos do DF. As pessoas conhecem pouco a cidade e dizem que aqui só tem corrupto. A nossa forma de retribuir o que a cidade nos deu é mostrar uma Brasília mais humana”.