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Viva

Chorinho da capital

Arquivo Geral

10/02/2010 7h00

A história do choro na capital passa pelo nome de uma francesa de alma brasileira, que morava no Rio de Janeiro e veio para Brasília em 1974. A flautista Odeth Ernest Dias, uma das fundadoras do Clube do Choro, reunia em sua casa vários dos chorões residentes na cidade à época, dentre eles o célebre autor de Brasileirinho, Waldir Azevedo, além de Pernambuco do Pandeiro, João Tomé, Chico Gil, Avena de Castro e Celso do Clarinete. O reduto de música instrumental brasileira presta homenagem durante todo este ano a esses fundadores do chorinho na capital.

 

Vários músicos estavam aqui devido à transfêrencia da capital do Rio para Brasília. Como o gênero é natural de lá, existiam alguns adeptos do estilo na nova cidade. A casa de Odeth, um dos locais onde eles se reuniam, foi ficando pequena para tanta gente e eles procuraram um lugar que pudesse comportar aqueles encontros. O estatuto do Clube do Choro foi criado e a sede cedida pelo governo em 1977. “Eu não inventei o Clube, os músicos já existiam e eu os reuni”, afirma.

 

Odeth acredita que nomear Brasília como a capital do choro pode criar uma rixa com outras cidades, como o próprio Rio de Janeiro. “Eu adoro Brasília, mas não existe a capital do choro, ele está em todo o País”, comenta. “Podemos dizer que Brasília é a capital do choro jovem, renovado”, finaliza.

 

Leia a matéria completa na edição impressa do Jornal de Brasília

 

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