Menu
Agenda Brasília

Projeto Filhos da Terra leva cultura popular e tecnologia à Cidade Estrutural

Iniciativa gratuita promove educação patrimonial para estudantes de 10 a 15 anos nos dias 14 e 15 de maio, com atividades como capoeira e jogos digitais.

Redação Jornal de Brasília

12/05/2026 11h33

filhos da terra

O projeto Filhos da Terra proporcionao o diálogo entre a educação e a tecnologia | Foto: Divulgação/Secec-DF

O projeto Filhos da Terra — Circuito de Educação Patrimonial realiza atividades nos dias 14 e 15 de maio no CEF 2, na Cidade Estrutural, integrando cultura popular, tecnologia e educação patrimonial com foco em estudantes de 10 a 15 anos do ensino fundamental da rede pública.

Apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC-DF) e pelo Instituto Neoenergia e Neoenergia Brasília, o projeto visa alcançar cerca de 2,5 mil estudantes em três regiões administrativas. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, a iniciativa fortalece o sentimento de pertencimento das novas gerações ao dialogar cultura, educação e tecnologia, especialmente em áreas como a Cidade Estrutural.

A programação pedagógica combina ações presenciais e digitais para aproximar os jovens do patrimônio imaterial brasileiro, incluindo apresentações culturais, conversas, vivências interativas e jogos educativos sobre manifestações como maracatu e congada.

No dia 14, quinta-feira, as atividades ocorrem das 9h30 às 14h, com apresentação do Grupo de Capoeira da Mestra Monica, que traz expressões tradicionais como capoeira, maculelê e sambadeiras, promovendo o contato direto com a cultura brasileira e a valorização das identidades locais.

No dia 15, sexta-feira, a programação segue à tarde com conversas e jogos digitais, incentivando o diálogo e a interação dos estudantes com conteúdos educativos de forma dinâmica e participativa. Um destaque é a atividade Game On, que usa gamificação para explorar elementos simbólicos, personagens e narrativas de tradições populares em experiências lúdicas.

Além das ações com estudantes, o projeto inclui formação para professores e educadores por meio de videoaulas sobre a metodologia e trilhas de conhecimento. As escolas recebem a coleção Cadernos de Cultura, com registros de manifestações tradicionais para uso em sala de aula.

Durante as atividades, tablets com acesso à internet são disponibilizados para as experiências digitais, e os participantes recebem materiais educativos, incluindo conteúdos sobre o uso consciente da energia.

Idealizado pelo fotojornalista e produtor cultural Eraldo Peres, que há quase uma década desenvolve iniciativas de documentação e valorização das culturas populares brasileiras, o Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, do Iphan.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado