O Flamengo decidiu fechar as categorias de base do futebol feminino. A atitude do clube causou indignação nos familiares das atletas, que não receberam sequer um aviso prévio. Na ocasião, o clube rubro-negro encerrou as atividades dos times sub-15 e sub-17.
Segundo o familiar de uma das atletas, o projeto já existia há cerca de três anos e a estrutura não era um problema, já que os treinos eram realizados no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN).
O pai de uma das atletas, que está no clube há cerca de 10 anos, desabafou sobre o assunto. Para ele, o clube rubro-negrro vive o auge da estrutura financeira, mas decidiu acabar com as divisões de base. Além disso, definiu a decisão como uma “covardia”:
“No auge econômico do Flamengo, num ano em que o Brasil ganhou o direito de ser sede da Copa do Mundo Feminina, o presidente (Rodolfo) Landim resolveu acabar com as divisões de base. A gente não pode se calar diante desta covardia que eles fizeram com nossas atletas” -, disse o responsável pela atleta.