fbpx
Siga o Jornal de Brasília

Torcida

Conmebol apresenta novas normas para os clubes na Libertadores e Sul-Americana

Um novo protocolo autoriza a entrada das delegações nos países da América do Sul, sob rígidas normas sanitárias

Avatar

Publicado

em

PUBLICIDADE

A Conmebol apresentou, nesta quinta-feira, novas normas a serem seguidas pelos clubes que vão participar do retorno da Copa Libertadores (a partir de 15 de setembro) e da Copa Sul-Americana (27 de outubro).

Um novo protocolo com o título de “Concentração em Saúde” autoriza a entrada das delegações nos países da América do Sul, sob rígidas normas sanitárias, por 72 horas para cada jogo a ser disputado. Neste período, cada time deverá fornecer uma lista com o nome das pessoas para receberem autorização para comparecer às sessões de treinamento.

Outra informação é que o conselho da Conmebol autorizou a modificação dos regulamentos, permitindo – para esta edição única – que os jogadores representassem mais de dois clubes na Libertadores e Sul-Americana. Além disso, um jogador que mudou de clube poderá retornar à sua agremiação original na mesma edição do torneio, algo que não era permitido.

As mudanças aprovadas anteriormente autorizam a inclusão de jogadores, desde a fase de grupos. A incorporação no novo clube pode ocorrer em qualquer estágio da competição, onde são permitidas substituições na lista do elenco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na tentativa de cuidar do desempenho físico dos jogadores e manter alto o nível da competição, a Conmebol aprovou a inclusão da regra de cinco substituições por equipe em cada partida.

Por fim, em relação à arbitragem, o conselho decidiu adaptar as disposições regulamentares aos tempos da atual pandemia. Neste sentido, os trios podem ter árbitros de diferentes nacionalidades e, para casos de extrema necessidade, foi autorizada a possibilidade de os árbitros serem do país local.

Responsável por cuidar do futebol sul-americano, a Conmebol vai dar assistência financeira para voos fretados dos clubes, o que aumentará a ajuda financeira para US$ 93,1 milhões (cerca de R$ 500 milhões).

Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE



Leia também


Publicidade
Publicidade
Publicidade