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Aposentado, Adílson começa a trabalhar como auxiliar técnico no Galo

O ex-jogador precisou parar de atuar por causa de problema cardíaco, mas vai continuar no Atlético-MG

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Após anunciar a aposentadoria dos gramados na última sexta-feira, Adílson iniciou nova rotina nesta segunda. O agora ex-jogador, que precisou parar de atuar por causa de problema cardíaco, iniciou os trabalhos como auxiliar técnico da comissão dirigida por Rodrigo Santana. 

O treinador tinha Lucas Gonçalves e Eder Aleixo como seus auxiliares, dupla a qual Adilson se juntou a partir da atividade desta segunda. O ex-jogador, inclusive, vestiu o uniforme dos membros da comissão técnica e acompanhou de perto o treinamento do elenco na Cidade do Galo. 

Durante a intertemporada, em exames médicos, foi descoberto que Adílson tem uma cardiomiopatia hipertrófica. Se trata de um problema cardíaco que pode provocar arritmia e até mesmo a morte durante a realização de exercícios de alto rendimento. Por conta disso, o volante anunciou na sexta a sua aposentadoria dos gramados. 

No Atlético-MG desde março de 2017, Adílson, de 32 anos, possui contrato com o clube até o final de 2020, tendo sido campeão estadual pelo clube em sua primeira temporada com a camisa alvinegra. E agora iniciou a transição para uma nova função no futebol. 

Após passar pela base do Caxias, Adílson se profissionalizou pelo Grêmio em 2007, tendo conquistado dois títulos gaúchos, até deixar o time em 2011, quando foi negociado com o Terek Grozny, da Rússia. Em 2017, retornou ao futebol brasileiro para atuar pelo Atlético-MG, sendo campeão estadual naquele ano. No total, foram 99 jogos disputados, com dois gols marcados. 

O treino desta segunda-feira intensificou a preparação do Atlético-MG para o duelo de quarta-feira com o Cruzeiro, no Independência, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O time está em desvantagem por ter perdido o primeiro confronto da série, no Mineirão, por 3 a 0. 

“A gente vai fazer de tudo para conseguir reverter esse quadro. Sabemos a dificuldade que será, mas nada é impossível, ainda mais se tratando de futebol. Temos tantos exemplos recentes e, quem sabe, não podemos editar mais um capítulo dessas improváveis reviravoltas do futebol”, afirmou o zagueiro Réver.

Estadão Conteúdo


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