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Para muitos ser disc-jóquei é pura diversão, para outros é uma profissão levada a sério. Depois do surgimento de DJs famosos internacionalmente como Rum Science (leia-se Ramilson Maia, do Kaleidoscópio), Marky, Patife e Xerxes e a promessa de altos salários, a profissão de DJ explodiu no mercado brasileiro. Muitos jovens entre 14 e 21 anos estão procurando cursos para aprender técnicas de mixagem e mistura de ritmos.

Em Brasília, há poucas opções de escolas para se tornar um profissional da área. O proprietário da escola Mix DJ, Guel Fegali, resolveu abrir a escola pela necessidade de arregimentar bons DJs no mercado. “A maioria dos alunos que nos procura chega sem saber muita coisa, não sabe nem qual estilo tocar, mas ao terminar o curso já sai pronto para comandar uma festa” comenta Guel. “Muitos desistem por causa do alto custo. Os discos e os equipamentos são muito caros”, explica o Dj Zaik, de 17 anos, aluno recém-formado.

Vanessa Fernandes, de 23 anos, conhecida como DJ Penélope, acha que este é um mercado a ser explorado também pelas mulheres. “Apesar de ser um mercado basicamente masculino, ainda há muitos tabus a serem quebrados. Essa história que só os homens sabem mixar é coisa do passado”, comenta a aluna.

Na opinião de Shampoo, de 26 anos, um dos mais badalados da cidade, um bom DJ carrega no sangue e na alma a música, toca por prazer, valoriza o que faz, independentemente de ser mulher ou homem. “Existe no mercado muito profissional bom, mas existe também muito picareta. Alguns que se dizem DJs nem cobram para tocar, o que dificulta o trabalho dos que levam a sério a profissão”, protesta Shampoo, que está há 12 anos na estrada.

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Outro preconceito enfrentado por alguns profissionais é a questão do equipamento usado. Muitos acham que o verdadeiro DJ é aquele que toca em vinil. Para Shampoo, que mixa tanto em vinil quanto em CD, a segunda opção é mais econômica. “O DJ que mixa em vinil, além de tocar, promove um espetáculo nas performances, o que não impede um DJ de ser bom com CD”, explica o veterano.




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Para muitos ser disc-jóquei é pura diversão, para outros é uma profissão levada a sério. Depois do surgimento de DJs famosos internacionalmente como Rum Science (leia-se Ramilson Maia, do Kaleidoscópio), Marky, Patife e Xerxes e a promessa de altos salários, a profissão de DJ explodiu no mercado brasileiro. Muitos jovens entre 14 e 21 anos estão procurando cursos para aprender técnicas de mixagem e mistura de ritmos.

Em Brasília, há poucas opções de escolas para se tornar um profissional da área. O proprietário da escola Mix DJ, Guel Fegali, resolveu abrir a escola pela necessidade de arregimentar bons DJs no mercado. “A maioria dos alunos que nos procura chega sem saber muita coisa, não sabe nem qual estilo tocar, mas ao terminar o curso já sai pronto para comandar uma festa” comenta Guel. “Muitos desistem por causa do alto custo. Os discos e os equipamentos são muito caros”, explica o Dj Zaik, de 17 anos, aluno recém-formado.

Vanessa Fernandes, de 23 anos, conhecida como DJ Penélope, acha que este é um mercado a ser explorado também pelas mulheres. “Apesar de ser um mercado basicamente masculino, ainda há muitos tabus a serem quebrados. Essa história que só os homens sabem mixar é coisa do passado”, comenta a aluna.

Na opinião de Shampoo, de 26 anos, um dos mais badalados da cidade, um bom DJ carrega no sangue e na alma a música, toca por prazer, valoriza o que faz, independentemente de ser mulher ou homem. “Existe no mercado muito profissional bom, mas existe também muito picareta. Alguns que se dizem DJs nem cobram para tocar, o que dificulta o trabalho dos que levam a sério a profissão”, protesta Shampoo, que está há 12 anos na estrada.

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