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Um dedo de prosa com o Pato Fu

Arquivo Geral

27/06/2005 0h00

A edição de amanhã do projeto Sempre um Papo vai além das obras literárias. É a vez da música ser o foco da programação. A banda mineira Pato Fu participa de uma conversa descontraída com o público e lança o CD Toda Cura Para Todo Mal, às 19h30, no Teatro da Caixa. A entrada é franca.

Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Lunardi já participaram de três edições do projeto em Belo Horizonte e preparam um bate-papo aberto com o público brasiliense. “Queremos dar oportunidade para a platéia perguntar sobre a nossa carreira, discos anteriores, músicas. Será algo bem livre, bem divertido”, garantiu a vocalista Fernanda Takai, em entrevista ao Jornal de Brasília.

A novidade é que o grupo vai passar em um telão alguns dos videoclipes do novo álbum. “Todas as músicas desse disco terão um videoclipe, que vamos disponibilizar para os fãs no nosso site, um em cada mês. Brasília vai poder ver alguns antes desse lançamento”, adiantou Fernanda. A capital poderá ver as produções das músicas Uh Uh Uh, La La La, Ié, Ié! e Tudo, que já estão no site, além de No Aeroporto, Estudar Pra Que, O que é Isso e Simplicidade.

Como o tempo é curto, o grupo vai deixar a apresentação musical para o público brasiliense no Porão do Rock, em que tocam no dia 10 de julho. “Como é festival, não podemos tocar todo o show. Então, queremos voltar antes de agosto para Brasília e apresentar o show do novo CD. No Sempre um Papo o foco é a conversa, o contato direto com o público”, afirma a cantora, que ainda elogia o público brasiliense. “Apesar de estarmos um pouco afastados da cidade, tem um público que acompanha nosso trabalho e faz parte da nossa história musical”, completa.

Fernanda elogiou o projeto. “É uma boa oportunidade de diálogo com o público. Pena que existam tão poucos projetos do tipo”, disse.

O Pato Fu é uma banda da qual se espera tudo, desde triunfos radiofônicos como Depois e paisagens emocionais como Canção Pra Você Viver Mais. “Não temos um segmento específico. Fazemos de tudo”, afirma Fernanda. Os discos vão do experimentalismo pop de Ruído Rosa ao campeão de audiência Televisão De Cachorro.

Em Toda Cura Para Todo Mal, o oitavo CD, o grupo apresenta 13 músicas inéditas e mostra o resultado de três anos de trabalho e pesquisa. O CD foi todo gravado e mixado no estúdio que John e Fernanda têm em casa. O guitarrista assina pela primeira vez sozinho a produção de um disco do Pato Fu. “Estamos recebendo muitas críticas positivas, tanto da mídia especializada como de público. Estamos felizes com o resultado”, declara Fernanda.

Com 13 anos de carreira, a banda mineira mantém um estilo próprio e irreverente. “Somos uma banda de médio porte, não fazemos o que está na moda. Somos persistentes. Diante de todas as dificuldades do setor musical, continuamos sendo uma banda produtiva”, afirma a cantora.

Há um mês e meio, Fernanda Takai começou um trabalho paralelo com o de cantora, o de colunista do jornal Estado de Minas. “A editoria de cultura queria renovar o perfil do caderno, por isso escolheram uma mulher”, explica. Fernanda escreve crônicas de temas variados dentro do espaço cultural. “É um grande desafio, pois tem um público amplo. O legal é que posso atingir pessoas que não escutam o Pato Fu, como crianças e idosos”, diz. A coluna é semanal e é publicada nas sextas-feiras. “É um olhar de uma mulher da minha geração, uma mulher de 33 anos”, brinca a cantora.

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    Um dedo de prosa com o Pato Fu

    Arquivo Geral

    27/06/2005 0h00

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    Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Lunardi já participaram de três edições do projeto em Belo Horizonte e preparam um bate-papo aberto com o público brasiliense. “Queremos dar oportunidade para a platéia perguntar sobre a nossa carreira, discos anteriores, músicas. Será algo bem livre, bem divertido”, garantiu a vocalista Fernanda Takai, em entrevista ao Jornal de Brasília.

    A novidade é que o grupo vai passar em um telão alguns dos videoclipes do novo álbum. “Todas as músicas desse disco terão um videoclipe, que vamos disponibilizar para os fãs no nosso site, um em cada mês. Brasília vai poder ver alguns antes desse lançamento”, adiantou Fernanda. A capital poderá ver as produções das músicas Uh Uh Uh, La La La, Ié, Ié! e Tudo, que já estão no site, além de No Aeroporto, Estudar Pra Que, O que é Isso e Simplicidade.

    Como o tempo é curto, o grupo vai deixar a apresentação musical para o público brasiliense no Porão do Rock, em que tocam no dia 10 de julho. “Como é festival, não podemos tocar todo o show. Então, queremos voltar antes de agosto para Brasília e apresentar o show do novo CD. No Sempre um Papo o foco é a conversa, o contato direto com o público”, afirma a cantora, que ainda elogia o público brasiliense. “Apesar de estarmos um pouco afastados da cidade, tem um público que acompanha nosso trabalho e faz parte da nossa história musical”, completa.

    Fernanda elogiou o projeto. “É uma boa oportunidade de diálogo com o público. Pena que existam tão poucos projetos do tipo”, disse.

    O Pato Fu é uma banda da qual se espera tudo, desde triunfos radiofônicos como Depois e paisagens emocionais como Canção Pra Você Viver Mais. “Não temos um segmento específico. Fazemos de tudo”, afirma Fernanda. Os discos vão do experimentalismo pop de Ruído Rosa ao campeão de audiência Televisão De Cachorro.

    Em Toda Cura Para Todo Mal, o oitavo CD, o grupo apresenta 13 músicas inéditas e mostra o resultado de três anos de trabalho e pesquisa. O CD foi todo gravado e mixado no estúdio que John e Fernanda têm em casa. O guitarrista assina pela primeira vez sozinho a produção de um disco do Pato Fu. “Estamos recebendo muitas críticas positivas, tanto da mídia especializada como de público. Estamos felizes com o resultado”, declara Fernanda.

    Com 13 anos de carreira, a banda mineira mantém um estilo próprio e irreverente. “Somos uma banda de médio porte, não fazemos o que está na moda. Somos persistentes. Diante de todas as dificuldades do setor musical, continuamos sendo uma banda produtiva”, afirma a cantora.

    Há um mês e meio, Fernanda Takai começou um trabalho paralelo com o de cantora, o de colunista do jornal Estado de Minas. “A editoria de cultura queria renovar o perfil do caderno, por isso escolheram uma mulher”, explica. Fernanda escreve crônicas de temas variados dentro do espaço cultural. “É um grande desafio, pois tem um público amplo. O legal é que posso atingir pessoas que não escutam o Pato Fu, como crianças e idosos”, diz. A coluna é semanal e é publicada nas sextas-feiras. “É um olhar de uma mulher da minha geração, uma mulher de 33 anos”, brinca a cantora.

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